Camboriú

Motorista de aplicativo sofre sequestro-relâmpago

Vítima foi obrigada a dirigir até um local isolado, onde apanhou e foi largada

Sem condições de trabalhar, motorista pede ajuda da comunidade 
(Foto: Divulgação)
Sem condições de trabalhar, motorista pede ajuda da comunidade (Foto: Divulgação)

O motorista de transporte por aplicativo Júlio Cesar Domingues, de 40 anos, sofreu um sequestro-relâmpago na quinta-feira passada, em Camboriú. Ele foi agredido e ameaçado de morte e ainda teve roubado o carro que usava pro trabalho, um Fiat Mobi, placas QIA-4G49, que era alugado. Júlio se recupera das agressões e pede ajuda da comunidade pra pagar o aluguel, a comida e outras despesas da família.

O motorista foi abordado por uma dupla de moto por volta do meio dia de quinta-feira, quando foi chamado pra pegar um passageiro perto do condomínio Caledônia, em Camboriú. Logo que parou, os dois homens armados encostaram a moto e gritaram “perdeu” para o motorista.

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Um dos homens entrou no banco de trás do carro e mandou a vítima seguir em frente. Sob ameaças, o motorista conta que dirigiu até um lugar desconhecido no interior da cidade. No local, ele conseguiu mandar uma mensagem de socorro ao dono do carro, mas acabou sendo agredido com socos e chutes pelos bandidos.

“Ele me fez descer, me bateu e por fim apontou a arma para mim. Por um milagre [a arma] falhou na hora que ele atirou”, relata. Depois, o bandido entrou no carro e sumiu em disparada. No veículo havia documentos e o dinheiro das corridas. Júlio foi largado no local e teve que andar mais de cinco quilômetros a pé buscando ajuda.

“O povo ficou com medo e não me recebia em suas casas até que uma família me ajudou ligando para a polícia”, narrou. O motorista estourou os ligamentos da perna e não consegue andar. Ele precisa de uma muleta. O carro roubado era de um terceiro. “Preciso de ajuda, pois tenho obrigações com o dono do carro e também em casa, como aluguel, comida e outras despesas”, apela.
Fugiu da violência

O motorista vive há cerca de um ano com a esposa, também autônoma, e um filho adolescente, no bairro Santa Regina, em Camboriú. A família veio de Curitiba trabalhar na região exatamente pra fugir da violência na capital paranaense. “Infelizmente a violência também migra de um estado para outro”, lamenta. Júlio tinha o trabalho com motorista de aplicativo como a única fonte de renda.

Ele é vigilante formado, mas ainda não conseguiu emprego na sua área. No carro roubado havia currículos que ele estava entregando nas empresas da região. O sinal rastreador do veículo não está mais ativo. Quem quiser ajudar r pode entrar em contato com Júlio pelo telefone (47) 9669-5609. Para doações, a chave PIX é o CPF 03342299959.



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