Itajaí

Construtora atrasa aluguel de prédio que entortou

Moradores denunciam a construtora por atrasos e querem receber indenização

Os moradores dos blocos 4B e 5A do condomínio Itaipava Club Residence, no bairro Itaipava, em Itajaí, denunciam que a construtora Itaipava Empreendimentos está atrasando repasses do aluguel para as famílias que não aceitaram voltar para os apartamentos danificados. Os dois blocos chegaram a ser interditados no ano passado, após problemas estruturais nas fundações que fizeram os prédios inclinarem. Houve obras de reparos e os blocos foram liberados no fim de 2019 pela defesa Civil.

Apesar da liberação, uma batalha judicial entre os moradores e a construtora ainda segue em andamento, com pedidos de indenização às famílias por danos morais e desvalorização do imóvel. De ...

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Apesar da liberação, uma batalha judicial entre os moradores e a construtora ainda segue em andamento, com pedidos de indenização às famílias por danos morais e desvalorização do imóvel. De acordo com um morador do bloco 5A, a justiça havia decidido que a construtora pagasse um valor para cada família custear o aluguel. Os valores variam entre R$ 1000 e R$ 1500 e estariam atrasados há três meses, forçando a volta de alguns moradores.

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“O grande problema agora é esse pagamento, que tem atrasado demais, sendo que muitos dos moradores tiveram que retornar pros apartamentos pois não tem condições de manter um aluguel fora e pagar ainda o financiamento”, comenta. O morador recebia R$ 1000 e conta que ainda tem as parcelas do financiamento da moradia, de R$ 1100 e paga outros R$ 270 de condomínio.

“Infelizmente, estamos desesperados. Querendo ou não, preciso desses R$ 1000, mesmo tendo um pouco de condição, imagina pra essas famílias que tiveram de voltar”, afirma. Ele ainda relata que a ação na justiça corre lentamente, o que acaba beneficiando a empresa. Devido ao afundamento dos blocos, os apartamentos sofreram rachaduras, fissuras e danos em pisos e revestimentos. Há compradores que tentam devolver o imóvel porque os prédios ainda estão tortos.

Conforme o advogado Sânzio Rodrigues, que defende os moradores em várias ações, foi pedido o bloqueio nas contas da empresa mas o processo passou pra justiça federal  em razão do financiamento ser pela Caixa e está demorando. As tentativas, de acordo com a construtora, também não andaram.

“A única coisa que a construtora se propôs a fazer aos nossos clientes é reparar o apartamento. O que é muito pouco, pois não quiseram arcar com nenhum tipo de indenização pela desvalorização do imóvel e danos morais”, relata. “Não podemos e nem os clientes irão aceitar somente os reparos do apartamento,” destaca. Segundo o advogado, os casos na justiça federal costumam ser mais rápidos mas, devido à pandemia, o andamento não é garantido.

O advogado que atende a construtora disse que a empresa deveria ser procurada previamente pra qualquer esclarecimento. O DIARINHO tentou contato com a empresa mas ainda não teve retorno.



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