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Itajaí

Povão catarina vai gastar mais este ano pra comprar o presente da pimpolhada

Lojistas da Santa & Bela também esperam movimento maior que o do resto do país

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

O povão de Santa Catarina vai gastar mais este ano pra comprar o presente da filharada. É o que aponta pesquisa da federação do Comércio (Fecomércio) da Santa & Bela feita com 3006 consumidores em várias regiões do estado. Na média, os pais pretendem desembolsar R$ 139,34. No ano passado, o valor médio dos brinquedos que seriam comprados era de R$ 74,42.

O resultado da pesquisa reforça a expectativa de um bom Dia das Crianças pro comércio varejista. José Dada, presidente da câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Itajaí, diz que a previsão é que as vendas cresçam entre 9% e 11% em relação à mesma data do ano passado. A bombada das compras no Dia das Crianças da Santa & Bela chega a ser o dobro do que se espera em nível nacional. “Na média do país, se espera um crescimento de 5% ou 6%”, comentou o chefão da CDL.

Nem os prejuízos com a enchente do mês passado, acredita Dada, vão desanimar o povão, que vem este ano com tudo pra ir às compras. “Setembro foi um mês ruim, cresceu muito a inadimplência. Mas outubro ...

 

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O resultado da pesquisa reforça a expectativa de um bom Dia das Crianças pro comércio varejista. José Dada, presidente da câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Itajaí, diz que a previsão é que as vendas cresçam entre 9% e 11% em relação à mesma data do ano passado. A bombada das compras no Dia das Crianças da Santa & Bela chega a ser o dobro do que se espera em nível nacional. “Na média do país, se espera um crescimento de 5% ou 6%”, comentou o chefão da CDL.

Nem os prejuízos com a enchente do mês passado, acredita Dada, vão desanimar o povão, que vem este ano com tudo pra ir às compras. “Setembro foi um mês ruim, cresceu muito a inadimplência. Mas outubro já voltou à normalidade”, afirmou o representante dos lojistas peixeiros.



Além dos brinquedos, roupas e calçados também são setores que registram a alta nas vendas, disse ainda José Dada. Junto com o Dia dos Pais e dos Namorados, o Dia da Criança é a melhor data pro comércio quando o assunto é aumento de vendas.

Velhaquice leva o povão a pagar à vista


É justamente por conta da inadimplência que muita gente vai comprar à vista neste Dia das Crianças. Pela pesquisa da Fecomércio, nada menos que 55,10% dos consumidores vão pagar a presentalhada dos pequerruchos no quéche. Outros 7,90% também farão o pagamento à vista, mas no cartão de crédito.

Ainda em relação às formas de pagamento, 23,4% vão parcelar no cartão de crédito e outros 16,8%, que tão com o nome limpo na praça, vão no velho e bom crediário.

Especialistas ensinam os pais como escolher o melhor brinquedo pra filharada

Você deve estar coçando a cabeça e se perguntando: “Mas qual o presente ideal pro filho?”. Pra duas especialistas em pirralhos ouvidas pelo DIARINHO, o presente ideal não existe. Mas, dizem a psicóloga e terapeuta Silvana Simonato e a professora e profissional da educação física Terezinha Custódio, a Tete, os pais podem tomar algumas atitudes que ajudam a escolher o presente mais adequado e saudável pro filhote.


A primeira coisa que um adulto deve atentar, afirmam, é para a idade do filho. “Tem que focar na faixa etária da criança”, observa Silvana. Ou seja, tomar o cuidado de não comprar um presente muito infantil pr’uma criança que já tá virando hominho ou mocinha ou, então, dar de presente muito complexo pra bebezinho. “Os brinquedos têm que estar ao alcance intelectual da criança”, completa Tete.

Pra quem tem preocupação que a filharada fique esperta, uma boa é comprar brinquedos que trabalhem com o desenvolvimento intelectual, afirma a psicóloga. “Jogos, tanto para brincar sozinhos ou com amigos, são muito bons para isso”, diz Silvana. Nesse caso, valem até mesmo os videogames. “A tecnologia tá aí, dentro de casa, na escola, e as crianças têm esse acesso. Então você deve acompanhar”, ensina a sabichona.

Num recado claro pros pais mais caretões, ela argumenta que não serão os videogames de luta, por exemplo, que transformarão a personalidade da criança. “A criança muito dificilmente vai desenvolver habilidades ruins se tiver uma estrutura familiar adequada, legal, um modelo de família bacana”, discursa, soltando em seguida: “Mas é bom evitar dar armas ou jogos de videogame com muito sangue”.

Pra Tete, também é fundamental levar em consideração o interesse da criança no brinquedo ou em alguma atividade física que goste de fazer. Por isso, patins, skates e bicicletas são sempre bons presentes caso a pimpolhada goste de aventuras. “Mas se lembre de comprar equipamentos de segurança, como capacetes, joelheiras e cotoveleiras”, observa. “Dar de presente a matrícula numa escola de dança, de artes marciais ou futebol também é uma boa opção”, sugere ainda.


Siga dicas do chefão da Procon pra não ter dores de cabeça futuras

Se você marcou bobeira e ainda não comprou o presente do filho, melhor se coçar. Só tem mais esse final de semana pra ir atrás do brinquedo da criançada, além da segunda e da terça-feira da semana que vem. Mas cuidado, afobação não é uma atitude inteligente quando a tarefa é adquirir presentes pra pimpolhada, alerta o advogado Rafael Martins, chefão da procuradoria da Defesa do Consumidor (Procon) da prefa de Itajaí.

Por isso, a primeira dica do dotô é bater perna pelo comércio com tranquilidade. “Nunca compre por impulso”, faz questão de dizer. As compras feitas na afobação aumentam o número de riscos ao consumidor. Um deles é adquirir algo que não agrade a garotada.

Outra sugestão do advogado da Procon é não levar a criançada junto quando fizer as compras. A pressão feita pela pirralhada pra cima dos adultos pode fazer com que os pais gastem mais do que o orçamento permite.

Nota fiscal dá garantia


É importante ainda, afirma o chefão da Procon, que o povão exija a nota fiscal do produto. Ela serve pros casos em que a mercadoria veio detonada e o dono ou gerente do comércio estiver fazendo boquinha pra trocar ou mandar arrumar. Por isso, diz o advogado, é importante fazer as compras em esstabelecimentos legalizados, que emitem a nota fiscal e podem ser punidos pela legislação que defende o consumidor.

Um dos perigos de comprar brinquedos do tipo made in Paraguay é que os produtos não foram checados pelo pessoal do instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) e podem acabar provocando um acidente. “Como não passaram por inspeções, podem soltar peças e machucar as crianças”, alerta Rafael. Além disso, alguns dos brinquedos piratas, desses vendidos em camelôs, são pintados com tintas à base de chumbo, um metal pesado que provoca câncer.

Cuidado com cheques

No caso das compras a prazo, um cuidado especial deve ser tomado com o cheque pré-datado. Não abra mão de preenchê-lo em nome da loja onde está comprando. Também coloque a data pro saque conforme o combinado pro dia do pagamento. Faça constar na nota fiscal a forma de pagamento e o dia das prestações. “Apesar do cheque pré-datado não existir na lei brasileira, todos esses cuidados vão confirmar o contrato que você está firmando com a loja”, explica o chefão da Procon. Caso o cheque seja depositado antes do combinado, e você seguiu todas as dicas de Rafael, vai poder exigir reparação pro dono do comércio.

Conversar com a criança é a melhor pedida

Pros menorzinhos, sugere a profissional de educação física Tete Custódio, brinquedos de montar, encaixar ou empilhar ajudam no desenvolvimento de habilidades motoras e espaciais da criança. “Claro, quanto menor a criança, maior o brinquedo”, ensina, referindo-se à preocupação de evitar que os filhos engulam e se engasguem com o brinquedo. No caso de bebês entre zero e dois anos, indica a psicóloga Silvana, o bom são aqueles que sejam bastante coloridos, façam barulho e tenham formas variadas. “São estímulos visuais, auditivos e táteis que ajudam no desenvolvimento”, explica.

Pra quem não tem grana pra comprar o presentaço desejado pelo filho, a melhor coisa é a sinceridade, ressalta ainda a psicóloga Silvana. “É importante a criança entender a realidade dela, o que ela pode ter e o que os pais podem dar”, pensa a sabichona. “E pra isso tem que conversar com a criança, explicar e negociar dentro das possibilidades da família”, conclui.




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