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Itajaí

Sabichões da Univali estão de zolho nas águas-vivas nas praias da Santa & Bela

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

O verão chegou e é bom a turistada ficar atenta com um inimigo quase imperceptível: as águas-vivas. Um projeto de pesquisadores do centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar da Universidade do Vale do Itajaí (CTTMar/Univali), está monitorando os acidentes com os animais marinhos em toda a Santa & Bela. A prefa da Maravilha do Atlântico, que tem a praia socada de turistas nesta época do ano, ensina como o povão deve agir caso seja vítima de uma água-viva.

Ao contrário do que todo mundo pensa, as águas-vivas não queimam, mas envenenam, explica a diretora do departamento de Vigilância Epidemiológica da secretaria de Saúde do Balneário, a enfermeira Jennifer Gaspar. “As água-vivas, quando em contato com a pele, provocam lesões através do veneno que agridem a epiderme, e podem variar de linhas avermelhadas e dolorosas até bolhas ou mesmo feridas”, conta a sabichona.

Apesar da grande quantidade de turistas na região, o coordenador do projeto de monitoramento da Univali, o professor Charrid Resgalla Júnior, explica que o número de casos é pequeno. “A maior quantidade ...

 

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Ao contrário do que todo mundo pensa, as águas-vivas não queimam, mas envenenam, explica a diretora do departamento de Vigilância Epidemiológica da secretaria de Saúde do Balneário, a enfermeira Jennifer Gaspar. “As água-vivas, quando em contato com a pele, provocam lesões através do veneno que agridem a epiderme, e podem variar de linhas avermelhadas e dolorosas até bolhas ou mesmo feridas”, conta a sabichona.

Apesar da grande quantidade de turistas na região, o coordenador do projeto de monitoramento da Univali, o professor Charrid Resgalla Júnior, explica que o número de casos é pequeno. “A maior quantidade de casos é na região sul de Santa Catarina, onde registramos cerca de sete mil casos por ano. No norte, entre São Francisco do Sul e Itapema, não passa de 60 casos”, explica o professor.



Como tratar

A gravidade das lesões muda conforme a espécie da melecosa, a área do corpo atingida, o tempo de contato, o estado de saúde da vítima e a sensibilidade de cada pessoa.

Os sintomas mais comuns são: dores, ardência, inchaço, vermelhidão na pele, palidez, sonolência, pressão baixa e tremores. Outros sintomas podem ser o aparecimento de bolhas, dor de cabeça, mal-estar, náusea (enjoo), vômito, espasmos musculares, febre e até arritmias cardíacas em casos mais graves.


Os sabichões ensinam que a primeira coisa que se deve fazer após levar uma queimadura é sair logo da água e procurar por atendimento de um profissional de saúde. Outras dicas são usar água do mar pra lavar o local, e a aplicação de ácido acético (vinagre de cozinha). Os sabichões alertam ainda que jamais se deve usar água doce, xixi, areia, toalha ou panos para remover os tentáculos.




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