Itajaí

Rapaz pula do sexto andar

Desgraça aconteceu na frente da família, de PMs e dos paramédicos do Samu. Gurizão teria brigado com a namorada e chegou em casa piradão

A chapação por conta do uso de alguma porcaria e uma briga com a namorada teriam sido a motivação para que Fabrício Luiz Rukat Valduga, 25 anos, cometesse suicídio no meio da madruga de ontem.

O rapaz pulou para a morte da sacada de seu quarto, num apê do sexto andar do edifício Vila Romana, 187, no centro do Balneário Camboriú. Além da mãe e de uma tia de Fabrício, no local estavam policiais ...

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O rapaz pulou para a morte da sacada de seu quarto, num apê do sexto andar do edifício Vila Romana, 187, no centro do Balneário Camboriú. Além da mãe e de uma tia de Fabrício, no local estavam policiais militares e os socorristas do Samu.

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Era perto das 3h30 da madruga quando a polícia Militar foi avisada de que um rapaz promovia uma quebradeira num dos apês da Vila Romana. Era Fabrício, que chegou doidão em casa. “A família acionou a polícia dizendo que ele chegou alterado, tentando agredir a mãe e a tia”, conta o tenente Geraldo Rodrigues Alves Junior, que estava de plantão quando a tragédia aconteceu.

Quando os homi chegaram, os parentes de Fabrício não quiseram oficializar a denúncia da violência. “Deixou então de ser uma ocorrência policial. Mesmo assim a policia perguntou se precisavam de mais alguma coisa”, afirmou o tenente. Foi aí que os policiais chamaram os socorristas do Samu, na tentativa de conter a piração de Fabrício.

Da chegada da PM na casa até que os paramédicos aparecessem, se passaram uma hora e meia. Nesse meio tempo, Fabrício já havia ido para seu quarto e se postado perto da sacada da janela. Ainda continuava alterado, mas foi com a aparição dos socorristas do Samu que o rapaz pirou de vez. Quando os paramédicos entraram em seu quarto ele surpreendeu a todos e se jogou pra morte.

O rapaz morreu no playground do condomínio, pra espanto e desespero dos familiares que assistiram ao suicídio. Fabrício era natural de Dionísio Cerqueira, no extremo Oeste do Estado, mas morava com a mãe no Balneário.

Namorada tava viajando

Um policial civil que integra a equipe que investiga a morte acredita que uma suposta briga que Fabrício teve com a namorada teria feito o rapaz perder a cabeça.

A namorada não foi encontrada pelo DIARINHO. Estaria em Concórdia, no oeste do estado, visitando a família durante esse período de férias. Jeane dos Santos, amiga do casal, disse ao DIARINHO que ficou dicara com o suicídio de Fabrício. “A gente não sabe o que aconteceu. A mãe dele está em estado de choque”, lamentou.

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