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Itajaí

Povão tem que tomar cuidado com o foguetório no festerê

Vermelhinhos ensinam a maneira correta pra brincar com fogos. Encher a cara antes de acender os barulhentos pode causar acidentes

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

Popular em toda festa de final ano, a brincadeira de estourar fogos pode acabar mal se não houver cuidado. A reportagem do DIARINHO acompanhou o sar­gento do 7° Batalhão do Corpo de Bombeiros, em Itajaí, Sérgio Bagattoli, numa visita a uma tra­dicional loja de fogos da city pei­xeira.


Fomos atrás de dicas sobre ma­nuseio e transporte dos fogos. De acordo com os vermelhinhos, o principal vilão no réveillon é a combinação de fogos mais a gale­ra de cara cheia com birita e sem noção ...

 

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Fomos atrás de dicas sobre ma­nuseio e transporte dos fogos. De acordo com os vermelhinhos, o principal vilão no réveillon é a combinação de fogos mais a gale­ra de cara cheia com birita e sem noção.

Pra ter uma ideia do baita movi­mento, o comércio na semana an­terior ao réveillon representa mais de 90% das vendas de todo o ano na loja Pavan.

De uma família que já lida com o comércio de fogos há quase 40 anos, o gerente da loja Pavan, Luiz Pavan, 26, explica como orienta os clientes. “Sempre per­guntamos se o cliente já estourou fogos antes. Quando ele diz que não, nós mostramos passo a pas­so como funciona o produto que ele quer comprar. O primeiro pas­so para o uso seguro dos fogos é saber o tipo. Existem três: fogue­tes individuais, foguetes de vara e de bateria”, explica o gerente da loja que fica na Fazenda, em fren­te ao Batalhão dos vermelhinhos.

Com o aumento das vendas nesta época do ano, a atenção dos vendedores é redobrada. “Nessa semana que antecede o réveillon, nossa venda de fogos representa basicamente 97% de todo o ano”, diz Luiz, que ainda alerta que o povão nunca deve tentar reutili­zar os fogos que falharem.

“As pessoas devem ler as ins­truções antes de usar cada produ­to. Uma dica que dou é com rela­ção ao tempo de espera. Muitos acidentes acontecem por causa da falta de paciência dos usuários. O cara acende o foguete, espera um pouco e, se não estoura, se apro­xima pra ver o que aconteceu e acaba de queimando. Aconselho a esperar pelo menos cinco minu­tos. Caso não estoure, o melhor a fazer é molhar o foguete, colocar dentro de um saco e jogar fora”, ensina.

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A maior parte das ocorrências que os vermelhinhos atendem no réveillon diz respeito a acidentes de pessoas que beberam antes de brincar com os fogos.

O sargento Bagattoli ainda aler­ta sobre o uso de outros tipos de foguetes. “É importante lembrar que o sinalizador de barco não é indicado pra usar como fogos de artifício. O sinalizador alcança uma altura muito maior e, quando desce, pode provocar acidentes, ” alerta o sargento.

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O sargento Bagattoli ainda ex­plicou que, quem quiser soltar uma quantidade muito grande

de fogos, precisa de autorização dos bombeiros. “Dependendo da quantidade, o usuário precisa de autorização, que só é dada após uma fiscalização dos bombeiros. Isso pode demorar até três sema­nas”, avisa.

Caso ocorra alguma queimadura, o ministério da Saúde orienta que o ferimento seja lavado com água cor­rente. Deve-se evitar tocar na área queimada e não colocar nenhuma substância sobre a lesão – como manteiga, creme dental, clara de ovo ou pomadas. Ainda segundo o minis­tério, nesses casos, o mais indicado é procurar imediatamente um médico.

Na Maravilha do Atlântico, onde ocorre um dos principais shows pi­rotécnicos da Santa & Bela, a prefa já começou a se preparar desde a semana passada. O secretário de Turismo, Carlos Humberto da Silva, revela alguns detalhes do show que vai custar mais de um milhão pra prefa. “Preparamos tudo com ante­cedência, principalmente a parte de segurança. Os bombeiros e a Mari­nha fizeram vistorias para garantir a segurança da festa. As 13 toneladas de fogos estarão a 400 metros da praia”, conta o bagrão.

FIQUE LIGADO NAS DISTÂNCIAS:

• Foguete individual: na mão, mas colocando no mínimo três unidades

• Foguete de vara: 70 metros

• Foguete de bateria: 100 metros




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