Itajaí

Morador de rua é encontrado morto em Itajaí

A suspeita é de que rapaz tenha sido assassinado com pedradas

Sem calças, sem cuecas e com os braços amarrados nas costas. Foi assim que o corpo de um homem identificado como Rubens Starosky, 31 anos, foi encontrado na manhã de ontem, no centro de Itajaí. A polícia acredita que ele tenha sido assassinado com uma pedrada na cabeça durante a madrugada, no interior do escritório desativado que já foi a lavação Pit Stop, na rua Pedro Ferreira. A polícia Militar recebeu o chamado às 9h20 e, segundo o povão, o cadáver teria sido encontrado por um gari.

Na sala em que o corpo foi achado, havia muitas manchas de sangue, tanto na parede quanto no cobertor que Rubens usava pra dormir. Ao lado da cama improvisada, as latinhas de cerveja contrastavam ...

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Na sala em que o corpo foi achado, havia muitas manchas de sangue, tanto na parede quanto no cobertor que Rubens usava pra dormir. Ao lado da cama improvisada, as latinhas de cerveja contrastavam com um montinho de cocô, dando uma ideia de que como era a vida do cara.

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Perto da cabeça do morador de rua, a perícia encontrou duas pedras e um bloco de concreto. As pedras, suspeita a polícia, teriam sido usadas para detonar a cachola da vítima. O material foi recolhido pela perícia, que vai analisar se Rubens foi mesmo morto por uma pedrada. O corpo não tinha documentos e só foi possível identifica-lo graças a um cartão no bolso da camisa.

Os funcionários de uma empresa instalada perto da Pit Stop disseram que o pátio da lavação desativada vinha sendo usado para dar acesso aos caminhões da obra de ampliação do Itajaí Shopping. De resto, vivia vazio ou sendo usado por moradores de rua.

Já teve passagens pela polícia

Ontem, uma conhecida de Rubens foi até o instituto Médico Legal (IML) de Itajaí para fazer o reconhecimento oficial do corpo. Mas, como ela não é parente, o reconhecimento não tem validade e ele segue esperando algum familiar.

Rubens tinha duas passagens na polícia. Uma foi uma acusação de furto no ano passado, que acabou não virando processo judicial. Consta ainda no banco de dados da polícia que em 2011 ele teria ido em cana por crime contra a dignidade sexual, em Santo Antônio da Lisboa, Floripa.



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