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Itajaí

Entrevistão com André Luiz Rossetto

Presidente da sociedade Brasileira de Dermatologia diz: “A incidência maior do câncer de pele é por volta dos 30 aos 40 anos”

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

Neste sábado, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) mobiliza os médicos especialistas para uma importante campanha em todo o país promovendo o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele, com a realização de exames gratuitos para toda a população. O foco é a prevenção e o diagnóstico de uma doença que registra mais de 140 mil novos casos por ano no Brasil, de acordo com estimativas do instituto Nacional do Câncer (Inca).

A campanha é realizada há 14 anos, sempre no último sábado de novembro, para realizar o exame preventivo, além de fazer um trabalho de conscientização com relação às medidas que devem ser tomadas ...

 

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A campanha é realizada há 14 anos, sempre no último sábado de novembro, para realizar o exame preventivo, além de fazer um trabalho de conscientização com relação às medidas que devem ser tomadas para proteção e saúde da pele. Só em ações realizadas ano passado, a SBD atendeu 33 mil pessoas e diagnosticou quase 4500 casos de câncer de pele, sendo que 63% dos pacientes atendidos revelaram que costumam ficar expostos ao sol sem a devida proteção.

Para falar sobre a prevenção e tratamento do câncer de pele e também sobre a campanha que rola hoje, os repórteres Guilherme Busnardo e Victor Miranda deram um plá com o médico André Luiz Rossetto, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, regional de Santa Catarina. Os cliques são de Lucas Correia.



"Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor"


"O ideal é ter foto proteção desde a infância, porque os efeitos do sol são acumulativos"

"Na raça negra a incidência de câncer de pele é bem menor pela quantidade maior de melanina, que não deixa de ser uma proteção natural"

RAIO X


Nome: André Luiz Rossetto

Idade: 51 anos

Estado civil: Casado

Filhos: dois


Formação: PUC/ Porto Alegre - RS

Experiência profissional: Médico dermatologista desde 1986

Professor do curso de medicina da Univali há 12 anos.

DIARINHO – Quais os principais sintomas e características do câncer de pele? Quais as chances de cura?

André Luiz Rossetto – Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor. A gente consegue tratar e resolver o problema do câncer de pele quanto mais cedo for o diagnóstico. Os cuidados são com aqueles sinais de nascença ou pintas novas, escuras, que surgem com alterações da cor, alterações no relevo que tem tonalidades de cores diferentes. Às vezes, começam a surgir uns sintomas como uma coceira ou um sangramentozinho. Quando surge uma pinta escura dessas, ela deve ser examinada por um dermatologista. E também aquelas outras lesões que, às vezes, começam a descamar e formam aquelas feridinhas que não cicatrizam. [Quais são as chances de cura?] As chances de cura dependem do diagnóstico, do tipo e da localização. São vários os fatores que interferem neste aspecto. Quanto mais precoce, maior a possibilidade de cura.


DIARINHO – Nos estados do sul, onde grande parte da população possui ascendência europeia, existe uma incidência maior do câncer de pele por causa do número de pessoas com pele mais clara?

André Luiz Rossetto – Sim. A questão étnica e a questão da tonalidade da pele têm interferência sim na incidência do câncer de pele. Está comprovado através dos trabalhos científicos. [Além da questão da cor da pele, existem outros fatores que interferem aqui, na nossa região?] Tudo isso está relacionado à exposição solar. Aqui também há uma cultura, até pela própria região [litorânea], onde a gente se expõe um pouco mais. Então, é outro fator que acaba interferindo. Os principais fatores que interferem neste sentido são justamente a questão do tipo de pele e, principalmente, o fator exposição solar sem a proteção adequada. [Existe algum outro fenômeno natural que contribui?] O que interfere também é a questão da camada de ozônio, que deixa passar um pouco mais a radiação ultravioleta, aumentando assim a incidência da doença.

DIARINHO – Todas as pessoas, até as de pele mais escura, precisam usar protetor solar?

André Luiz Rossetto – O ideal é usar fotoproteção. Essa fotoproteção vai desde uma roupa mais adequada, camisa de manga comprida, boné, o próprio chapéu, óculos escuros e o filtro, ou seja, o protetor solar. Para cada tipo de pele a gente vai determinar o fator de proteção mais adequado. A pele que é de uma tonalidade mais escura também deve utilizar a proteção solar, tendo todos os cuidados. Claro que na etnia negra a incidência de câncer de pele é bem menor pela quantidade maior que tem de melanina, que não deixa de ser uma proteção natural. Mas também existe o câncer de pele na etnia negra, por isso merece também os cuidados com relação ao sol.

DIARINHO – Existe uma idade em que a incidência é maior?

André Luiz Rossetto – A incidência é maior por volta dos 30 aos 40 anos. Mas a gente tem observado que existe uma tendência a reduzir um pouquinho essa idade. [E como devem ser os cuidados com relação às crianças?] O ideal é ter fotoproteção desde a infância, porque os efeitos do sol são acumulativos. Então, o ideal é que se proteja desde criança. Tanto que a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) em Santa Catarina tem um concurso que é o “Salve sua pele”, com desenhos que as crianças fazem concorrendo a uma premiação. São crianças de cinco a 10 anos de idade das escolas públicas. Esses desenhos são julgados e recebem uma premiação e um certificado de participação. Esta campanha surge no sentido de educar os alunos com relação aos riscos e benefícios do sol.

DIARINHO – Existem pessoas que trabalham na área rural, os pescadores, os trabalhadores da construção civil, entre outros, que ficam expostos ao sol sem usar nenhum tipo de proteção. A pele dessas pessoas desenvolve alguma proteção natural ou o risco é o mesmo?

André Luiz Rossetto – Na realidade, não significa que todo o mundo que se expor à ação sol vai desenvolver o câncer de pele. Há uma certa porcentagem da população que vai desenvolver a doença e tem um risco maior. Não que se vá criar uma defesa natural neste aspecto, mas o risco de pessoas que ficam expostas ao sol dessa maneira é muito maior. Existe uma propensão maior a desenvolver a doença. [E existe, então, o efeito acumulativo?] Existe sim um efeito acumulativo na medida que a pele fica exposta ao sol.

DIARINHO – O câncer de pele pode se desenvolver por fatores genéticos? Pessoas que têm casos na família devem ter uma preocupação maior?

André Luiz Rossetto – Tem que ter uma preocupação maior porque existe um risco sim. Há pesquisas neste sentido. Eu não saberia dizer em quanto por cento aumentam os riscos, mas sem dúvida são maiores.

DIARINHO – Qual a diferença entre protetor solar e bloqueador solar? Quais produtos são os corretos para proteger a pele?

André Luiz Rossetto – O bloqueador é um produto mais concentrado para evitar o máximo possível o efeito dos raios solares. O conceito de bloqueador a gente não utiliza mais, porque são produtos que você aumenta muito a concentração e cosmeticamente ele não é tão agradável ou prático para se utilizar. [E a característica desses produtos? Os que estão no mercado, hoje, são confiáveis?] Os produtos que são liberados pela Anvisa, dentro dessa parte legal, que a gente tem utilizado não têm tido nenhuma surpresa com relação a isso. Até porque a indústria farmacêutica evoluiu muito, principalmente com relação aos protetores.

DIARINHO – As campanhas de prevenção são eficientes? A população hoje é consciente a respeito dos cuidados que se deve ter com a pele?

André Luiz Rossetto – Sem dúvida. A campanha que a Sociedade Brasileira de Dermatologia faz é uma campanha anual e envolve, normalmente, em torno de 35 mil a 40 mil pacientes atendidos no Brasil todo. Isto sempre ocorre no mês de novembro. Neste ano vai ser agora, no dia 30, sábado, das 9h às 15h, no ambulatório da Univali, no prédio 29 [atual bloco F7]. O nosso objetivo é diagnosticar essas lesões suspeitas de câncer de pele e dar o encaminhamento necessário. Essas campanhas têm refletido, sim, na questão da educação da população em geral. A gente nota hoje que o cuidado tá maior, o uso do protetor tá mais adequado, principalmente naqueles horários de exposição que são mais críticos, das 10h às três horas da tarde, nos quais a exposição aos raios ultravioleta A e ultravioleta B é maior. Isso se deve, sem dúvida, às campanhas porque vocês [imprensa] fazem parte disso. Vocês têm auxiliado nestes últimos anos a divulgar esse trabalho.

DIARINHO: O senhor comentou sobre o horário das 10h às 15h, quando o sol oferece um risco bem maior. Isso ainda é considerado válido diante das mudanças climáticas?

André Luiz Rossetto – Não diria que há um melhor horário pra tomar sol. Este é o horário onde a gente deve evitar a exposição excessiva ao sol. Não seria o melhor horário pra tomar sol. Temos que evitar é a exposição excessiva. Neste horário, você tem os raios mais, digamos assim, danosos pra pele.

DIARINHO –A proibição do uso de câmaras de bronzeamento com emissão de raios ultravioletas (UV) passou a vigorar no país em 9 de novembro de 2009. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) acompanha a fiscalização de clínicas de bronzeamento artificial?

André Luiz Rossetto – Não. A fiscalização compete à Vigilância Sanitária. Nossa finalidade é orientativa e educacional. Nossa regional completa 40 anos de existência no ano que vem. Os médicos dermatologistas fazem parte desta sociedade, que tem o objetivo de divulgar a dermatologia e promover o aperfeiçoamento profissional e a pesquisa. Esses eventos que a gente faz têm o intuito de divulgar novas técnicas e novos medicamentos para os dermatologistas de Santa Catarina. E, neste aspecto, a população ganha também por ter justamente um dermatologista mais atualizado com relação aos novos estudos que surgem.

DIARINHO – Que cuidados as pessoas devem ter com os procedimentos estéticos? Como garantir tratamentos estéticos seguros?

André Luiz Rossetto – A escolha de um profissional adequado, que preferencialmente trabalhe na parte da dermatologia. Este profissional deve utilizar procedimentos de cosmiatria [ciência médica que estuda e trata a beleza humana em todos os seus aspectos e concepções] e precisa ter reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM), sem esquecer que os produtos utilizados devem, obrigatoriamente, passar pela aprovação da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária].

DIARINHO: A dermatologia está cada vez mais oferecendo tratamentos estéticos, como laser, peelings e outros, que prometem retardar o envelhecimento, clarear manchas e demais mudanças estéticas sem a necessidade de cirurgia. Que cuidados o paciente deve tomar, ao escolher um médico e um tratamento?

André Luiz Rossetto: O importante na escolha de um médico, que sempre deve ser um médico dermatologista, é ter um bom relacionamento, conversar previamente sobre os procedimentos que vão ser realizados, sejam eles cirúrgicos ou procedimentos cosmiátricos. Justamente pra definir o melhor tratamento e também pra definir a melhor opção terapêutica.

DIARINHO: É comum a existência de clínicas de estética que oferecem tratamentos sem ter um dermatologista em seu corpo clínico. Isso é permitido?

André Luiz Rossetto: Essa parte de fiscalização e de legislação quem deve realmente responder é a Vigilância Sanitária. Só compete à Vigilância Sanitária. A atividade médica é regida pela legislação, pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Então, todo o médico tem que estar adequado à legislação vigente, onde quer que ele esteja atuando. Se é uma clínica médica, você tem que ter um médico responsável perante o CRM.

DIARINHO: Há anúncios de cremes que prometem reduzir rugas, eliminar estrias e celulites. Os produtos são oferecidos em farmácias e lojas de cosméticos. Qual a sua opinião sobre o efeito desses cosméticos? É preciso consultar um médico ou os cremes, por si só, apresentam resultado satisfatório aos consumidores?

André Luiz Rossetto: Pra cada doença existe um tratamento e um medicamento adequado. Pode ser desde medicamentos que a gente utiliza via oral até cremes e pomadas. Então, necessariamente, a pessoa deve passar por uma avaliação individual para definir os medicamentos que realmente tenham um efeito em cima da doença a ser tratada. [O ideal, então, é que a pessoa procure um dermatologista?] O ideal, quando ela tem algum problema dermatológico, algum problema de pele, é que ela procure, de preferência, um médico dermatologista. Nada impede que outros médicos também tratem doenças gerais, que sejam doenças de pele. Mas o ideal, a recomendação da Sociedade Brasileira de Dermatologia, é que se consulte um dermatologista.

DIARINHO: Qual a sua opinião sobre o uso de animais como cobaias para o teste de medicamentos e cosméticos?

André Luiz Rossetto – Isso foge da minha alçada. Isso é com a comissão de ética, assunto da bioética. [Mas as pesquisas em dermatologia atuam nesse campo também...] Sim, mas normalmente a dermatologia não se utiliza de animais. Há uma legislação específica em cima disso, e aí compete justamente à bioética este assunto.

DIARINHO: O que é recomendável para aquelas pessoas que necessariamente precisam ficar expostas ao sol por longos períodos no seu dia a dia?

André Luiz Rossetto – As pessoas que estão mais expostas ao sol no seu dia a dia e no seu trabalho precisam usar roupas adequadas, como nós comentamos: boné, chapéu, óculos escuros e também o uso do filtro solar. [A cor da roupa pode influenciar?] Influencia sim. De preferência cores mais claras, que justamente não absorvem tanto a radiação solar e até a própria textura, a própria fibra. Quanto mais consistente for o tecido, se for uma roupa mais consistente, deixa ultrapassar menos. E hoje também existem até roupas que têm protetores específicos. São fibras próprias para isso.

DIARINHO – Hoje a SBD estará realizando uma campanha em todo o país na mobilização do Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele. Como será desenvolvida esta ação no estado?

André Luiz Rossetto – Nossa campanha em Santa Catarina acontece neste sábado nas cidades de Criciúma, Tubarão, Florianópolis, Itajaí, Brusque, Joinville, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Concórdia, Blumenau e Chapecó. Acontece no mesmo horário em todas essas cidades, das 9h às 15h. E isso em todo o Brasil. Em todos os estados brasileiros existem os postos de atendimento. Outras informações também estão disponíveis no site sbd.org.br. No site, você tem outras informações, estatísticas do câncer de pele, tem dados muito interessantes. Quer saber em Itajaí, por exemplo, sobre os serviços prestados na Univali, você encontra ali. [Então existe uma parceria com a Univali?]. A campanha é da SBD. A Univali nos propicia um local de atendimento junto aos acadêmicos. E através do site nós temos os resultados desses trabalhos. A campanha nos dá dados estatísticos sobre a incidência e os tipos de câncer de pele. Você também tem, através da campanha, informações sobre a prevenção e o tratamento. Você tem várias informações interessantes. As normas e a legislação você pode acessar pela internet. O nosso objetivo é a informação e a orientação à população.

DIARINHO – A gente percebe uma preocupação com o câncer de pele dentro do campo da dermatologia. Mas existem outras doenças, sobre as quais a SBD também faz campanhas preventinas.

André Luiz Rossetto – Tivemos o Dia Mundial da Psoríase, que foi realizado em 29 de outubro, quando realizamos a campanha nacional. E tem a questão da hanseníase, que também é outra doença importante no campo da dermatologia. A SBD hoje congrega em torno de oito mil dermatologistas no país, que têm feito esse trabalho em relação às doenças de pele.




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