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Itajaí

Descobrindo a ilha de Porto Belo

Esportes náuticos, trilha ecológica e banho de mar tranquilo a cinco minutinhos de barco

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

A turistada que lota a nossa região tem uma opção de turismo que vai além das belas praias da Costa Esmeralda. Um lugar com mais de 400 mil metros quadrados de mata atlântica, costões de pedras e três praias cercadas de água cristalina, que oferecem ao visitante passeio ecológico, museu, esportes náuticos, restaurante e petiscarias pra matar a sede e aquela fome básica. O melhor de tudo é que pra chegar o visitante é obrigado a fazer um belo passeio de barco. Basta atravessar 900 metros do oceano Atlântico e pronto, eis a ilha de Porto Belo.

Embora a visitação seja digrátis, é bom preparar o bolso, pois se você não tem barco, uma das melhores opções é fazer a travessia numa embarcação de pescadores locais, que cobram 15 reales por pessoa ...

 

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Embora a visitação seja digrátis, é bom preparar o bolso, pois se você não tem barco, uma das melhores opções é fazer a travessia numa embarcação de pescadores locais, que cobram 15 reales por pessoa. A aventura começa no píer turístico da Capital dos Transatlânticos, na rua Manoel Felipe da Silva, no centro. No sábado de manhã, a reportagem se deu bem e ganhou uma carona na faixa com o pescador Manuel Pinheiro. O trajeto é rápido, cinco minutinhos e já se atraca no trapiche da ilha. Logo de cara, estagiários do curso de Turismo e Hotelaria da Univali recepcionam os visitantes e informam sobre tudo o que a pessoa vai encontrar no local.

Não precisa levar nada. É possível alugar cadeiras, espreguiçadeiras e guarda-sóis, além de boias e espaguetes pra ficar largado dentro d’água. Se o visitante só quer lagartear e dar um tchibum tranquilo, basta se alojar em uma das três praias e dar graças a Deus por estar num lugar de natureza estonteante. Foi o que aconteceu com o casal de Curitiba, Flavia Torres, 28, e Christian Santana, 36, que costumam vir com a família todos os anos nessa época das festas. “Nossa, é muito bonito!”, disse a guria, feliz da vida que não tinha quase ninguém na Prainha, a praia mais afastada do trapiche. “Teve vezes que a gente veio e estava lotado”, conta.



Karen Guzik, 40, que é brasileira, mas mora na Califórnia, nos Isteites, há 15 anos, passeava com a filha Isabela, 12, trocando um blablablá em inglês. Todo ano, quando vêm pra Itapema, dá uma passadinha na ilha. “Nós amamos. É um lugar maravilhoso. É uma dádiva ter um lugar assim, cheio de natureza, areia branca, águas limpas”, comemora Karen, feliz da vida por estar longe do inverno do hemisfério Norte.

Pra quem gosta de aventura, um quiosque oferece passeios de lancha em volta da ilha, mergulho em outros pontos da orla, esqui, wakeboard (pequenas pranchas que se anda em pé também puxado por lanchas), caiaque, stand up paddle (aqueles pranchões a remo) e, claro, a tão disputada banana boat (boia flutuante puxada por um barco). Outro lance legal é uma tirolesa que atravessa a praia do trapiche de um lado a outro.


Trilha pra renovar as energias

Agora, se o povo quiser renovar as energias e se embrenhar no meio da mata atlântica, a trilha ecológica é uma ótima ideia. O passeio é guiado e custa 10 reales. São 1,3 mil metros de percurso de dificuldade média, com duração de 40 minutos a uma hora, dependendo da disposição. O caminho é cercado de árvores nativas; as mais grandonas ou ameaçadas de extinção são identificadas com placas. As bromélias tomam conta e as borboletas fazem a festa. A reportagem encontrou pelo menos três lagartos, que se esconderam no meio do mata assim que escutaram o barulho dos passos. Durante o caminho, a guia faz paradas e informa o visitante sobre os aspectos da fauna e da flora. Vários pássaros voaram entre as árvores e uma saracura saiu correndo.

Pedra da Cruz

Um dos pontos altos do passeio é a Pedra da Cruz, onde encontram-se inscrições rupestres – uma pedrona com marcas talhadas que formam desenhos geométricos, feitos há cerca de quatro mil anos pelos antigos moradores da ilha. Na década de 1960, caçadores de tesouros dinamitaram a pedra, destruindo parte dos desenhos, em busca de uma suposta estátua de um anjo de ouro que teria sido escondida por jesuítas. Mais adiante, chega-se ao mirante, onde é possível ver de um lado Itapema e a praia Grossa, e do outro o Caixa d’aço, toda a costa da Interpraias, inclusive a praia do Pinho e o morro do Boi, ao fundo.


Muita história se passou

Outra atração é o Ecomuseu mantido pela Univali, anexo ao espaço que conta um pouco da história da ilha. No local encontram-se os primeiros registros históricos do local. Um mapa de 1777 conta que a então ilha Bella das Garoupas era ocupada por alferez José Francisco Rebello, que a vendeu, em 1813, para o sargento Manoel Duarte da Silveira. Em 1826, João da Cunha Bittencurt pagou 600 mirréis pela ilha e utilizou por muito tempo uma armação clandestina pra retirar óleo de baleia, principal economia da época.

Em 1953, Ernesto Stodieck Jr comprou a ilha e começou a reflorestá-la. Em 1994, deu-se início ao projeto do empreendimento turístico. Uma das responsáveis pela administração, Janaína Venturelli, explica que, atualmente, só podem visitar a ilha 1870 pessoas por dia. A temporada oficial de visitação vai de 1º de dezembro até 31 de março, quando os serviços estão funcionando, mas a ilha fica aberta para grupos de educação ambiental durante todo o ano.


  • Quanto custa?

Água R$ 3,50

Refri R$ 5

Suco R$ 7

Açaí R$ 15

Salada de frutas R$ 12

Cerva lata R$ 5,50


Caipirinha R$ 12

Fritas R$ 21

Dúzia de bolinho R$ 40

Salada R$ 25

Camarão R$ 45

Aluguel cadeira R$ 5

Espreguiçadeira R$ 7

Guarda-sol R$ 10

Massagem R$ 10 e R$ 20

Trilha R$ 10

Frescobol R$ 5

Esportes / Banana R$ 20

Caiaque R$ 15

Stand up paddle R$ 40

Passeio lancha R$ 250 (cinco pessoas)

Mergulho snorkel R$ 50

Tirolesa R$ 20




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