Itajaí

Presa suspeita de participar da morte de viciadinho

Cleia de Souza, 31, a Duda, pode estar envolvida na morte de Kleryson dos Santos, que foi estrangulado

A prisão de uma usuária de crack pode ajudar a polícia Civil a esclarecer a morte de Kleryson dos Santos, 31 anos, morto em setembro e enterrado numa cova no manguezal dos fundos de uma casa no centro de Penha. Cleia de Souza, 31, a Duda, foi presa na noite de sexta-feira. A polícia acredita que o assassinato esteja ligado ao tráfico de drogas, já que a casa onde a vítima foi enterrada era um conhecido ponto de tráfico.

Sem saber que era procurada pela dona justa, Cleia andava tranquilamente pela avenida Eugênio Krause, próximo ao mercado Vila Verde, em Penha, na noite de sexta-feira. Por volta das 19h, o soldado ...

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Sem saber que era procurada pela dona justa, Cleia andava tranquilamente pela avenida Eugênio Krause, próximo ao mercado Vila Verde, em Penha, na noite de sexta-feira. Por volta das 19h, o soldado Carlos Bedusqui, da polícia Militar de Penha, deu o teje preso.

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O fardado meteu um par de algemas em Cleia e a levou até a depê. Bedusqui conta que, no ano passado, ela já tinha sido presa na mesma casa onde o corpo foi encontrado. O meganha revela que ela tem 25 boletins de ocorrência nas costas e que já puxou cana por tráfico.

Com relação à morte de Kleryson, o fardado disse que Cleia é viciadinha e que sempre andava pelo ponto onde ele foi encontrado morto. “Ela andava junto com outros dois criminosos, que também usavam o ponto. Não sei qual a ligação dela com a morte, cabe à polícia Civil, que foi quem pediu a prisão, investigar”, disse.

O DIARINHO tentou conversar com o delegado responsável pela investigação, mas o celular tava desligado ontem à tarde.

Morreu estrangulado e foi enterrado atrás de ponto de drogas da Penha

O corpo de Kleryson, que estava desaparecido, foi encontrado na manhã do dia 21 de setembro. Ele tava enterrado em um manguezal nos fundos da casa que fica na rua São Paulo. Foi o irmão dele, Reginaldo dos Santos, 31, quem encontrou o corpo. Ele recebeu a informação de que o mano podia estar enterrado ali e, ao ver um monte na terra úmida do manguezal, pegou uma pá e começou a cavar.

Quando percebeu que o corpo estava enterrado no local, chamou os bombeiros voluntários de Penha e Piçarras, que desenterraram o cadáver. Os braços e as pernas do rapaz tavam amarrados por cordas e havia um arame em volta do pescoço, o que sugere que o viciado foi estrangulado. Não havia marcas de tiro ou facada pelo corpo.



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