JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Refém
Um dos grandes problemas do governo do ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini (PP), é ficar refém de algumas siglas e seus chefes. Caso do presidente do PDT, Marcelo Saldré, que segundo bagrinhos do porto, não faz poioca nenhuma a não ser fazer de sua sala de diretor comercial uma espécie de gabinete político da sua sigla.
Todo mundo lá
Na terça-feira à tarde, purexemplo, milagrosamente Marcelo tava lá, acompanhado do Camilo Santiago e do secretário da Criança e do Adolescente, Ewerton Wan_dall. Aparentemente, o trio de seguidores brizolistas foi do porto para a câmara. É claro que Marcelo estava nas tratativas comerciais do terminal e Wan_dall dos pequerruchos da city. Nada de política em horário de trabalho...
LHS garantiu
O vice-presidente do manda-brasa de Itajaí, Omar Bernadinho, o Baga, afirmou ao socadinho escriba que tá tudo certinho. A dama de ferro do PMDB, Eliane Rebello, deve ser efetivada no cargo de secretária regional depois que a sigla selar apoio ao governador com cara de padreco, Raimundo Colombo (PSD). Ano que vem, Luís Henrique da Silveira garantiu que a SDR é do PMDB, com a indicação de um nome da região.
Mais de 100
Baga lembra, também, que o ex-governador e atual senador bigodudo, Luiz Henrique da Silveira, é o maior articulista da penca que deve levar Raimundão à reeleição, mas ele não quer saber do partido Progressista de jeito nenhum. Mas LHS revelou que responde a mais de 100 ações impostas pelo PP!, diz Baga. E o PMDB é aliado com cargos no governo do ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini, que é do PP.
Se não for, volta...
Já o ex-secretário regional de Itajaí, o dublê de novela mexicana, Claudir Maciel, jura que se não for candidato à leleia pela sua sigla, o PSD na região, deve retornar ao comando da secretaria regional. E deixa escapar que teria o aval de Colombo, ao lembrar de que beliscou um camarãozinho com o Raimundão (que já estava se preparando pra dormir, pois estaria de pijamas...) na sua residência, em Floripa.
De zóio em cima
O ministério Público tá questionando os partidos que assinaram o documento pedinchando que as nossas amadas excelências excelentíssimas da legislatura passada votassem no projeto que aumentou de 12 para 21 vereadores. O MP quer saber sobre gastos da casa do povo. E tá focando nos partidos que elegeram seus representantes.
Contra
Este socadinho escriba sempre foi contra o aumento de cadeiras estofadinhas. Não que isso promova mais gastos, afinal, constitucionalmente a câmara tem direito a 6% da arrecadação do munícipio. O problema é que a pressão das siglas, na época, pra cima dos vereadores, para ver se socavam mais cadeiras na piramidal, não trouxe mais representatividade. Hoje, parece a torre de babel, onde todos falam e ninguém se entende...
Tudo junto
O interessante é que a notificação ao PSDB, PP e PMDB (as outras siglas também serão notificadas), fez com que situação e oposição dividissem a mesma mesa na casa do povo, pra papear entre si e, com o jurídico da piramidal casa do povo. O PSDB, PMDB, PDT, PPS, PT estavam presentes e pretendem, em conjunto, articular a defesa.
Muda nada
O que os partidos deveriam fazer é rever a decisão equivocada de ter enchido de vereadores a câmara e muitas das excelências excelentíssimas hoje reconhecem, mas nos bastidores, que é demais. O pior de tudo é que inventaram uma comissão com a finalidade de discutir o tema, que nem chegou a se reunir. Por fim, enterrou a possibilidade de diminuir pra próxima a avalanche, que é 21. É soda limonada, diria a madre superiora!
Proibição do bate-estaca
Deputado Maurício Eskudlark (PSD) repercutiu a apresentação do projeto de lei na piramidal casa do povo peixeira, de autoria do vereador do cabelo lambido, Rafa da Padaria (PRP), que limita e proíbe o uso de bate-estacas na construção das fundações de obras na área urbana. O parlamentar defendeu o projeto e disse, ainda, acreditar que o assunto pode ser regulamentado também pela assembleia legislativa.
