JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Dalva solta o verbo
Em contato com a vice-prefeita Dalva Rhenius (PSB) indaguei-lhe sobre sua provável candidatura à leleia, motivo de tanto diz que me disse nas rodas de imprensa e nos corredores do paço municipal. Dalva me disse que não é ela quem dirá quem é ou não o candidato do governo.
Quem manda é o alcaide
No entender da vice, quem ditou a regra da candidatura e comanda o processo político do grupo no poder é o ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini (PP), e ela não passará por cima da autoridade dele, muito menos se imporá candidata para provocar atritos internos à aliança governista ou criar riscos para a governabilidade do município.
Não vai se escalar
Eu estou aqui para contribuir, não para atrapalhar, concluiu a muié, que acha, ainda, que talvez tenha ficado muito tarde para essa definição. Que não é, entretanto, repete Dalva, dela. É do grupo. Então tá...
Thiago para federal?
Está cada vez mais forte o pedido do partido dos Trabalhadores (PT) para que o vereador Thiago Morastoni (PT) seja candidato a deputado federal por Itajaí nas eleições de outubro. O convite teria vindo do próprio presidente do PT na Santa & Bela, Cláudio Vignatti, que vê Thiago como uma das novas lideranças petistas no estado.
Bispando a coisa
O vereador vermelhinho ficou animado com o convite de Vignatti e também com as manifestações de pessoas próximas para se lançar candidato a federal, mas não confirmou nada. Disse apenas que está analisando o cenário político estadual e que, por enquanto, trabalhará para a reeleição de seu pai, o barbudinho Volnei Morastoni (PT), caso ele se confirme como candidato a deputado estadual.
Quer porque quer
O vereador licenciado e secretário da Habitação, o bigodudo Laudelino Lamim (PMDB), foi ter um plá com o ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini (PP), segunda-feira. O peemedebista teria ido pedinchar ao alcaide uma vaga para os assessores, já que o recém-nomeado suplente, Sadi Antônio da Silva (PMDB), estaria irredutível e quer porque quer nomear assessores seus.
Num tem vaga
Segundo a raça de linguarudos de plantão, o prefeito teria explicado que não tem uma vaguinha sequer e que todas as siglas que tão agarradas na penca do governo também tão de zoião, querendo um cantinho pra botar mais gente. E que a única solução seria tirar alguém pra poder acomodar. Uma solução do PMDB, e não do burgomestre.
Avisa lá que eu vou!
Consta, segundo a raça que gosta de cuidar da vida dosotros, que Lamim teria pedido ao prefeito JB pra que falasse com o presidente da piramidal casa do povo, o Topetudo Osvaldo Gern (PP), pra que não exonerasse os assessores indicados. O alcaide teria endoidado e dito que não faria isso. Diante do não, Lamim teria dito que voltaria para o legislativo.
Tu que sabes!
O ex-homem dos galináceos respondeu que o bigodudo peemedebista é que deve saber se deve ou não voltar ao batente da câmara, e caso retornasse, o Sadi ou outro indicado da sigla iria ser secretário de Habitação no seu lugar. É a velha história: quem casa quer casa...
Herbário Barbosa Rodrigues
O prédio onde funciona o herbário Barbosa Rodrigues foi construído com recursos do estado, da união e da prefeitura de Itajaí. É, portanto, uma instituição sem fins lucrativos e com fins científicos. Vale lembrar alguns fatos pra corroborar que o município e o estado têm que preservar o local e o acervo que não tem um dono particular.
De todos
Os administradores científicos do herbário eram o padre Raulino e o cientista Roberto Klein. Após o falecimento deles, o herbário passou a ser administrado por um conselho Curador, tendo à frente o professor Ademir Reis, da Ufsc, auxiliado pelo casal Jurandir Bernardes e Zilda Deschamps. Portanto, o dono do herbário é a sociedade brasileira, que o construiu e adquiriu terras. Ninguém, individualmente, poderá dizer que é dono do herbário.
Aqui e lá...
Tem que promover o tombamento, mesmo porque se o problema é falta de recursos pra tocar o herbário, bastaria o conselho Curador aceitar a proposta de compra das terras (750 hectares) do parque botânico do morro do Baú, em Ilhota, que tudo será resolvido, porque existe uma pá de investidores doidos para implantar um empreendimento ecoturístico. Preservamos aqui (herbário) e lá (o parque Botânico). Sem chorumelas.
