JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Sem fraturas no PSD
Conversações de bagrões do PSD na região, em adiantado estado de entendimento, sinalizam que o ex-candidato a prefeito de Itajaí, o sem fraturas Deodato Casas (PSDB, por enquanto...), pode migrar de mala e cuia para ser o presidente do PSD peixeiro. Isso ocorreria com uma intervenção estadual na sigla, cujo presidente, o barbudão Douglas Cristino, anda bem longe do Raimundão... Qui coisa, meu povo!
Tudo junto e misturado
Os candidatos a deputado federal Décio Lima (PT), Esperidião Amin (PP) e Osvaldo Gern, que tá na lida pra chegar à leleia, Osvaldo Gern (PP), junto com o suplente de vereador, Fernando Pegorini (PP) e três delegados da polícia Federal bebericavam um cafezinho no mercado Velho de Itajaí, na manhã de ontem. Décio brinca que se o sujeito não vota nele, ele pede, então, que vote no Amin. Foto no blog do JC, no DIARINHO.
Avisa lá!
O vereador Sereno Afonso Arruda (PMDB) teve aprovado na sessão da última terça-feira requerimento solicitando ao ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini (PP), melhorias na sinalização horizontal e vertical em locais onde estão instalados os sensores de velocidade. Sereno pretende, com a proposta, que os motoristas sejam alertados sobre os radares fixos espalhados pela city peixeira.
Identificação
Na Maravilha do Atlântico, alguns pontos de controle de velocidade estão marcados com imagens de máquinas fotográficas sobre o asfalto, alertando os descuidados da armadilha, digo, dos radares. A sinalização pode ser observada na avenida Martin Luther, descendo a prefeitura, e na Barra Sul, quase em frente à pista de skate.
Ameaça
O prefeito da Maravilha, Edson Periquito, depois de ter as asas podadas para que não fuja do controle do PMDB, rumo a uma candidatura própria ao governo da Santa, Bela e disputada Catarina, agora está ameaçando bater asas pra fora do partido que lhe fez prefeito por duas vezes e cedeu cadeira de suplente na leleia por quase dois anos, impulsionando sua jornada política para o paço dos altos da Dinamarca.
Lambuzado
Acontece que Periquito é uma ave rebelde: nunca aceitou comer na mão dos outros e, por vezes, ainda costuma cuspir no mesmo prato em que se lambuzou. Agora, invocou novamente que está de mal com o governador com cara de padre, Raimundo Colombo (PSD), e deve pressionar o Pinho Moreira para buscar uma equação que sustente essa situação.
Os mesmos
E logo o Pinho, que teria garganteado durante as convenções que o PMDB viria por inteiro para a campanha de Raimundo, inteiro ou a metade que sobrou do partido no meio, com LHS, Berger e Moreira, sempre os mesmos no comando do manda-brasa na Santa & Bela.
Dupla
Ainda com relação à nota veiculada por este colunista pançudo, afirmando o posicionamento do presidente da câmara da Maravilha, o vampiro italiano Nilson Probst (PMDB) estaria prestando apoio ao Fábio Flor (PP), enquanto Dalvesco (PR), que era o candidato do governo, ungido por Periquito, estaria ficando na estrada.
Quem é?
Recebi e-mail de um leitor questionando quem seria o sucessor de Periquito e fiquei sem resposta, porque o Fábio Flor não é do partido do alcaide e nem o vice, mas os apoios costumam ser partidários e não pessoais. Daí, poderia ser a vez do Nilson, que apesar da rejeição, teria o consentimento do Flor, dos progressistas e o reboque natural dos republicanos. Só falta avisarem, ou melhor, combinarem melhor com Pirica!
Incerto
Mas em se tratando de Periquito, tudo pode acontecer. O fato é que o homem-pássaro não tem um nome forte na lista de espera pra ser o seu sucessor, enquanto a oposição, se eleger Leonel Pavan (PSDB), pode voltar com botijão cheio de gás numa disputa pra comandar pela quarta vez a prefa dos altos da Dinamarca.
Boca na zorelha
Apesar da bengala, o atucanado Pavan tem andado mais que cavalo manco e, por vezes, é visto com sorriso largo, ladeado por empresários e famílias tradicionais na política balnear, que apesar de ter um eleitorado reduzido, tem ampla visibilidade política por ser a mola que impulsiona o turismo e a construção civil de luxo no estado.
