JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Carta compromisso
O candidato a deputado federal Fabrício Oliveira (PSB) declarou ontem, data em que é celebrado o dia nacional do ciclista, apoio à Carta Compromisso com a Mobilidade Ciclística, de iniciativa da União de Ciclistas do Brasil (UCB), dirigida aos candidatos a presidente da República. Fabrício é o primeiro candidato do estado a declarar apoio à causa, de zoio numa fatia do eleitorado com preocupações com mobilidade.
Zica
A carta contém propostas que pretendem democratizar a mobilidade urbana e o acesso à cidade, proteger o meio ambiente, favorecer a saúde pública e a economia familiar. Durante meu mandato como deputado federal, vou atuar na defesa dos interesses da classe, visando um planejamento urbano de qualidade nas cidades catarinenses, jurou Oliveira.
De zoio
A carta pública de Fabrício, que tá doidinho pra estar em Brasólia, é dirigida ao povo que usa a magrela. E olha que não são poucos ziqueiros. Principalmente em BC.
Cinco milhões
Este é o valor que a empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) pretende aplicar na Maravilha para que o preciso líquido não deixe as torneiras à míngua durante a temporada de verão. Prevê, ainda, o dobro da eficiência no tratamento da água.
Dinheirama
A troca do filtro da estação de Tratamento de Água (ETA), no valor de R$ 500 mil, mais R$ 1,3 em investimentos no tratamento da água e R$ 2,4 milhões para conclusão da adutora de água, que vai ligar a ETA até a captação de água bruta, está entre os custos previstos no investimento.
Esperança
Tomara que nenhum nativo da Maravilha ou turista precise de caminhão-pipa nem haja quem se beneficie dessa situação, aumentando exorbitantemente o valor do litro de água potável no período mais conturbado do ano.
Projeto
Recebi do vereador Afonso Sereno Arruda (PMDB) o vídeo com a apresentação do projeto do governo do estado para a duplicação da rodovia Antônio Heil. Isto porque critiquei dia desses o governo do estado, que precisa estar afinado com os governos municipal e federal pra que a mobilidade urbana tenha o devido respaldo das autoridades.
Garantia
Afonso garante que, se for preciso, vai deixar a serenidade de lado, mas jamais vai deixar de cobrar para que a duplicação da rodovia saia do papel. Arruda garante que os prazos estão sendo cumpridos e que o consórcio vencedor da licitação deve iniciar a obra por Itajaí. Pra conferir o vídeo, acesse o blog deste escriba, que tem um link no www.diarinho.com.br.
Oh, glória!
Os guardas patrimoniais de Itajaí estão tiriricas da vida com o chefe da guarda, Evaldo Vanderley da Silva, o Evaldo o Glória, que foi candidato pelo PDT na eleição de 2012. O problema é que, segundo os guardinhas, nunca encontram o homi no trampo, nem pra cumprimentar...
Pra lá e pra cá
Os guardas detonam que o chefe fica zanzando pra lá e pra cá, com a buzanfa numa viatura pública. E quando o procuram pra resolver um problema, nunca o encontram. E assopram, ainda, que Evaldo teria obrigado uma fiscal mulher a dirigir à noite pra ele espiar se a turma tava cochilando nos postos de trabalho. Oh, glória, Pai eterno!
Coçando a sacaria
Na verdade, a guarda patrimonial está em processo de extinção. O próprio fiscal do dia não tem muito que fazer, já que seriam apenas cinco ou seis postos. A raça de bocudos diz que o fiscal fica coçando a sacaria e o O Glória também. Pai do Céu, que gente bocuda!
Saudades do Naza
E tem guarda que anda doido de saudades do ex-vereador Nazareno Medeiros (PPS), que foi diretor da guarda e pulava o muro pra espiar se o sujeito estava em seu posto ou dormindo o sono esplêndido. Qui coisa, meu povo!
A lista
Seria interessante saber quais os imóveis que Itajaí possui que podem ser considerados patrimônio histórico-cultural e que estão em processo de tombamento ou deveriam ter esse encaminhamento. Afinal, ainda virão muitos finais de semana pra colocar no chão o pouco da história que ainda resta ao povo peixeiro.
