Publicado 13/01/2026 19:35
Na semana passada, rolou mais uma reunião entre presidentes de partidos acasalados no governo do prefeito Robison Coelho (PL), com o vice-prefeito, o papai sabe-tudo Rubens Angioletti (PL). O que vazou do papo é que Angioletti deve sinalizar a sua decisão sobre a eleição nesta semana. Ou não?
Vai cumprir
Angioletti deve cumprir o acordo feito com o abduzido Marquinhos Meurer e a deputada estadual literata Ana Campagnolo (PL). Rubens deve cair na disputa de uma cadeira estofadinha na Câmara Federal, em Brasólia. É o que se escuta, mas ainda não dá pra cravar...
Canto de sereia
O Novo tenta seduzir o Angioletti pra entrar nas suas fileiras e ser candidato a deputado estadual pela sigla. Aliás, há quem no próprio governo questione o poder que a sigla tem no governo do prefeito Robison. O Novo não elegeu ninguém. Não tem um vereador pra chamar de seu, mas ocupa uma pá de importantes cargos na estrutura da prefa.
Pá de cargos
O Novo, na secretaria de Administração e Gestão de Pessoas, tem o Jefferson Spindula; no Desenvolvimento Econômico tem a Gabriela Kelm, fora diversos cargos espalhados na estrutura administrativa. Agora, mesmo sem voto, sonham em ter um vice-prefeito, e quem sabe um deputado estadual de Itajaí, na sigla, no futuro.
Dia 20
O que se sabe é que a minha ex-musa BBB, a Dom Quichata Anna Carolina (PSDB, por enquanto), teria dito que deu até o próximo dia 20 deste sagrado mês de janeiro, pra que o Rubens decida o seu rumo, porque vai anunciar qual cargo vai disputar. Tem quem jure que apesar da galega ser indecisa por natureza, deve buscar uma cadeira estofadinha na Leléia.
Pau na mesa
Há quem diga que o prefeito Robison Coelho precisa colocar o pau na mesa, e dizer que vai ter apenas um estadual e um federal, senão vai virar bagunça, e pode rachar o governo. Fontes palacianas lascam que se o alcaide não tomar essa decisão, lavando as mãos, pode começar a pipocar trocentos candidatos e não se elege ninguém.
Passado, ensina
A história político-eleitoral da city pexêra ensina: quando se estapeiam no governo, digo, brigam na disputa estadual e federal, ninguém ganha. Isso desde os tempos do alemão, o ex-prefeito Arnaldo Schmidt.
Não elegeu ninguém
A brigaçada entre o saudoso Noemi dos Santos Cruz e o Manoel Rodrigues Conceição, o Nelinho, acabou não elegendo ninguém. Arnaldo não fez sucessor e perdeu para o ex-homem dos galináceos, Jandir Bellini (PP), em 1996.
Nem a mana
Jandir não conseguiu emplacar o topetudo Osvaldo Gern (PP) e nem a sua irmã, a Susi Bellini (PP). E não emplacou o tambémsaudoso João Omar Macagnan. Quem levou foi o barbudinho Volnei Morastoni (MDB).
Bateu na trave duas vezes
Por sua vez, o Volnei arrumou briga com meio mundo, querendo eleger o filhão, o ex-barbudinho Júnior Thiago Morastoni (Podemos). Thiago bateu na trave duas vezes e não conseguiu ser titular na Leléia. Por fim, no findar da eleição, quem perde e quem acredita que não foi ajudado, fica magoado e aí o prefeito tem que ficar administrando as brigas.
Foto (Divulgação)
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