Matérias | Entrevistão


Esperidião Amin

"Eu não quero colocar o Bolsonaro dentro da minha gaiola - que é o que alguns querem, ser o dono do Bolsonaro. Já foram até repreendidos por isso”

Candidato ao governo de Santa Catarina

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]




O senador Esperidião Amin é o quarto candidato ao governo de Santa Catarina sabatinado pelo DIARINHO. Amin, que já foi governador duas vezes, traz para a disputa eleitoral, além da sua experiência administrativa, a experiência na Câmara e no Senado Federal. Nesta entrevista a Franciele Marcon, o candidato respondeu perguntas sobre saúde, rodovias, economia, geração de empregos, Porto de Itajaí, travessia do ferry-boat, além de três perguntas exclusivas. Todos os candidatos ao governo de SC foram convidados a participar. Até agora, Odair Tramontin (Novo), Jorginho Mello (PL),  Décio Lima (PT) e Esperidião Amin concederam entrevistas presenciais ao DIARINHO. Confira o conteúdo completo, em áudio e vídeo, no portal DIARINHO.net e em nossas redes sociais. As imagens são de Fabrício Pitella.

 

DIARINHO – Santa Catarina está sofrendo com a baixa adesão à vacinação que se reflete em alerta para a volta de doenças como a poliomielite. De forma mais imediata, a baixa vacinação reflete, também, no quadro de doenças respiratórias e na falta de leitos de UTIs, tanto adulto como infantil. O que está acontecendo com a saúde pública de SC?



Amin – Nós, no Congresso Nacional, cuidamos muito do suprimento de dinheiro para o combate à pandemia. Não faltou dinheiro, nem para leitos de UTI, nem para compra de vacinas. Nós fiscalizávamos isso semanalmente na comissão de acompanhamento. O que está acontecendo com a vacina da poliomielite é um problema mundial. Já estão acontecendo casos em Nova York. Precisa de um bom marqueteiro para dizer que você não deve arriscar o bem mais precioso que lhe é confiado. O único bem mais precioso que a sua própria saúde é a do seu herdeiro ou do seu dependente. Nós já tivemos o Zé Gotinha, lembra? É pouco, tem que ir para uma coisa mais convincente. Mas é uma falta de consciência. Vê, nós estamos piorando. Santa Catarina foi o primeiro estado a atingir 100%, ou praticamente 100% de vacinação [contra a poliomielite, no passado]. Agora para passar de 50%… Quanto à questão das doenças respiratórias, todo mundo sabia que crianças durante dois anos, ou quase dois anos, recolhidas nas suas casas não iriam adquirir imunidade. Como é que se adquire imunidade? Quando esfolava o joelho, cuspe, como se dizia, terrinha e passava. Era assim que a gente criava a imunidade. Convivendo, sofrendo. E é lógico que iria acontecer isso. Com adultos e, principalmente, com crianças. E a pior consequência foi a tal da cirurgia eletiva, que não é eletiva. As três principais demandas das cirurgias eletivas são câncer. Câncer não espera. Traumatologia. Dói! E as doenças de mulheres têm, digamos, escalas de velocidades diferentes. Mas todas são graves. Umas mais urgentes, outras menos. Isso foi pura imprevidência, porque não faltava dinheiro. Nem faltavam hospitais para participar do mutirão. Nosso desafio no próximo governo é não deixar criar a fila. Se eu for governador eu vou para a porta do hospital, vou convocar todo mundo para fazer um mutirão e tirar essa vergonha do mapa do futuro.

DIARINHO – Santa Catarina já investiu R$ 170 milhões em quatro rodovias federais. Enquanto o Estado ajuda a bancar obras que seriam obrigação do governo federal, há demandas locais de investimentos. Um exemplo é a SC que dá acesso ao maior parque temático da América Latina, o Beto Carrero. Como priorizar os investimentos em malha viária?

Amin – Ajuda a obras federais sempre fizemos. Quando o meu governo fez a 282 no seu espaço mais difícil, quando nós fizemos até as terceiras faixas na saída de Blumenau rumo ao oeste, foi o Estado que fez. Quando nós fizemos a 280, a 163 toda. O Estado fez e obteve o ressarcimento da União. Agora é o inverso. Quem tem que fazer a 470, porque foi quem contratou a obra, é a União. O governador, com o meu aplauso e apoio, colocou R$ 300 milhões à disposição. Quando? Em fevereiro do ano passado. A falta de diálogo, de harmonia, entre quem foi eleito para presidente com quem foi eleito para governador fez com que nós gastássemos oito horas e meia no Senado para fazer um acordo. E no total dos 460 [milhões], não chegou a 200. Estamos em outubro, praticamente, de 2022. Falta o quê? Diálogo, parceria, lealdade entre as partes. Outra coisa: quem é que mandava no DNIT até maio deste ano? O indicado do Jorginho Mello! Oito anos mandando no DNIT. Isso não é calúnia, isso não é desmentido. É verdade!  Quem nomeava desde o tempo da Dilma [Rousseff] o chefe do DNIT era o deputado e depois senador Jorginho Mello. Pergunte a ele porque não funcionava. Mas eu respondo: falta parceria, falta lealdade, autoridade e experiência para ser parceiro de quem não é do teu partido. Não importa. É a causa de Santa Catarina. Eu nunca deixei uma obra atrasar. No caso da 282, o viaduto da 282 foi embargado pelo Ministério do Transporte. Eu resolvi direto com o batalhão ferroviário. Ou seja, você tem que ver os caminhos e os atalhos legais. E neste caso, veja bem, se a Assembleia Legislativa aprovou 465 milhões para essas rodovias e não foram gastos 200, o problema foi na gestão.


 

O senador Jorginho fez campanha para a Dilma. Ele estará sempre com o governo. Ele salvou o Paulo Afonso da cassação”

 

DIARINHO – O estado tem sido o segundo em geração de empregos no Brasil. Quais suas propostas para continuar fomentando o setor industrial, de serviços, de turismo e a construção civil?

Amin – A bancada não foi omissa. Nós conseguimos melhorar a posição de Santa Catarina em matéria de recursos federais no orçamento de 7ª para 3ª. Só que o dinheiro encolheu. Tem que botar o recurso estadual e abater o valor desse recurso da dívida. Quanto à expansão dos serviços, microcrédito, sociedade de garantia solidária, banco do empreendedor - tudo isso foi criado por nós. São os mecanismos que fazem o dinheiro correr ao pequeno, porque para correr ao pequeno não funciona a lei da gravidade. Tem uma coisa chamada garantia. Este é o papel do Estado. Serviços são assim. Turismo é só não atrapalhar. Dar respostas rápidas no caso de licenças ambientais objetivas. Muitas das situações se resolvem com autodeclaração que nós estamos aprovando até em nível federal. E, finalmente, a grande oportunidade que nós vamos ter: reindustrialização inteligente. Tinha cabimento a gente importar máscara? Respirador? Tinha cabimento você, tendo o Marieta Konder Bornhausen com 22,5 mil m² de área nova praticamente construída, botar um hospital de campanha na Marejada? Se não fosse a imprensa, inclusive o DIARINHO, nós teríamos engolido esse trambolho, esse escândalo, pior que a compra de respiradores. Reindustrialização inteligente significa o seguinte: nós somos o estado mais vocacionado para a indústria. Vamos aproveitar a maré de reindustrialização inteligente e a redução da nossa dependência em relação à China. Até porque Santa Catarina ainda é um dos pouquíssimos estados do Brasil que vende mais, não para a China, mas para os Estados Unidos. 27% dos compressores nos Estados Unidos são filhotes da WEG. Quer dizer, nós temos outro padrão. O nosso porto não é porto para granel. Nada contra o granel, mas nós exportamos em porta-joias, que atendem pelo nome de contêiner.


DIARINHO – Por falta de força política, o aeroporto de Navegantes não teve uma segunda pista contemplada no edital de concessão do terminal. Empresários e entidades ainda lutam para ter a implantação desta pista, que aumentaria a capacidade de transporte de cargas via aérea e seria um diferencial econômico porque aumentaria o raio de liberação da construção civil no centro de Itajaí e Navegantes. Essa questão ainda tem uma solução política ou vamos ter que esquecer a segunda pista?

Amin – Tenho o melhor parceiro para isso que se chama Dalírio Beber, porque acompanha esse fio da segunda pista de Navegantes desde a origem. Mas o que aconteceu? Nas audiências públicas para o leilão, o governador do estado estava cuidando da própria pele. Impeachment. Afastamento. Não foi força política. Foi falta de participação e protagonismo do governo do estado. Olha, não foi brincadeira a nossa briga. E continua. Nós vamos reaver a segunda pista. Mas é o exemplo concreto do votar no número do presidente. As pessoas que tinham esse número brigaram entre si. O partido explodiu. O governo se imobilizou. Começou o jogo político, começaram as falhas também, dois afastamentos, dois processos de impeachment. Na hora de discutir a manutenção, não havia representante do governo do estado na audiência em Curitiba.

DIARINHO – O Porto de Itajaí está prestes a ter sua operação e, também, a gestão dos canais portuários privatizados. O modelo de porto municipal com apenas a concessão dos berços à iniciativa privada deu certo até então. Qual a sua opinião sobre essa polêmica da privatização total?

Amin – Eu participei de todas [audiências sobre o tema]. Eu defendo uma autoridade portuária leve, sem os 130, sem os 190 e sem os 35 cargos comissionados. Com a participação da sociedade. Para quê? Para que a comunidade seja ouvida e não os comissionados da prefeitura. Até porque eu fui responsável, lá atrás, quando da aprovação da Lei dos Portos, para a criação da figura da permissão e da autorização. Porque eu queria que o Porto de Itajaí saísse das docas de Santos - antro de corrupção notório no país. Agora, o Porto já é privatizado. Todas as operações são privadas. O que está errado agora é o contrato de transição. Não se trata da autoridade portuária hoje. E o Dalírio Beber está sendo muito importante nesse momento para colocar o Cofem [Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina] em contato com a Antac, que ajudei pessoalmente, para conseguirmos uma solução que, sem prejuízo de transporte a granel, preserve a vocação de contêiner para o complexo portuário, tanto de um lado da vala quanto do outro.


DIARINHO – O governo do estado e o federal tomaram medidas na tentativa de reduzir o preço da gasolina. Qual será sua política econômica com relação ao ICMS?

Amin – Primeiro, nessa questão eu votei a favor. Não foi só o governo. A Assembleia Legislativa aqui e nós no Congresso lá. Os governadores foram desviados, seduzidos pelo dinheiro, porque o combustível é uma grande fonte de financiamento para o Estado. E viraram apostadores do tumulto internacional em relação ao petróleo. Viraram sócios da especulação do petróleo. Por quê? Porque a Petrobras estava num caminho errado do preço internacional. Eu sou favorável a que nós tenhamos uma medida de governo sobre lucros de estatais ou de empresas públicas. Isso vale para a Petrobras e vale para a Celesc. Na Celesc nós queremos que o plano de investimento seja de acordo com o que precisa a região. E o trifásico, nas propriedades rurais, é uma imposição do estado de Santa Catarina, que é o maior acionista. Para a Petrobras vale a mesma coisa. A empresa mais lucrativa do mundo nas nossas costas?! Sete vezes mais lucrativa do que a da China. Sete vezes mais lucrativa do que a Exxon. Vamos com calma. Moderação! Quer dizer, nós estávamos sendo espoliados pela Petrobras, leia-se, acionistas de Nova York, alguns moradores do Brasil, mas domiciliados em Nova York. E de igual sorte as empresas públicas que estão sendo bem geridas hoje. Moderação é o papel de um governo que tem experiência. Não assustar, mas não permitir que a especulação domine a política pública.

 

Nós somos o estado mais vocacionado para a indústria. Vamos aproveitar a maré de reindustrialização inteligente e a redução da dependência à China”

 

DIARINHO – A ligação fixa entre Itajaí e Navegantes é uma demanda de décadas. A empresa que faz a travessia móvel tem uma autorização temporária, com queixas de usuários com relação ao serviço da travessia. Exemplo é a exigência de pagamento em dinheiro, sem aceitar Pix e cartões, por exemplo. Qual a sua proposta nesse sentido?


Amin – Por isso que eu criei a gratuidade para pedestres, para bicicletas e até para motocicletas. Você não pode imaginar como me emocionou o depoimento do Jandir Bellini. Nós sonhamos com o túnel. Ele foi à Noruega, foi à Dinamarca,

Os engenheiros do DR foram lá. Infelizmente perdemos a eleição e a ideia parece que foi esquecida. Eu acho que é a melhor solução do ponto de vista ambiental e de efeitos colaterais. “Ah, vai ter que ter uma rampa”. Não importa. É a solução que nós merecemos. Se vai precisar ter subsídio do governo, vamos cuidar do subsídio. Acho que a obra deve ser eminentemente privada. Mas a lei da parceria público-privada, eu ensinei para os meus alunos, é de 2004, é do governo Lula. Ela prevê que o Estado possa fazer uma penitenciária e pagar. Afinal, entre aspas, os “hóspedes” são dos estados. No caso, toda essa parte social da travessia tem que ser bancada pelo Estado. E se tiver que dar um empurrãozinho para a obra, se dá. Agora, eu vou apostar no túnel. Em homenagem a Itajaí, a Navegantes e ao Jandir.

DIARINHO – Santa Catarina tem 10 candidatos ao governo de Santa Catarina e as intenções de votos estão divididas. Por que os catarinenses escolheriam o senhor?

Amin – Comparando. Até os que não queiram votar em mim, não façam isso sem comparar. O meu pedido aqui é um só. Mais do que pedir o seu voto, claro que eu peço, mas não vote num número. O que eu peço é que nós comparemos. Você vai votar no seu governador, no sujeito que vai cuidar da educação, do Ensino Médio que os jovens hoje estão se afastando. Éramos o 7º, estamos em 18º. Nós temos que fazer um choque de competência no Ensino Médio, especialmente no profissionalizante. Na saúde, que precisa ser regionalizada, precisa de decisões sensatas, como é o caso do Marieta. Nada contra a ideia de termos um hospital também na BR 101 em Balneário Camboriú. Não se trata de uma coisa excluir a outra. Mas não concluir a obra aqui? Não concluir o Tereza Ramos em Lages? Não concluir em Chapecó o hospital que eu construí, onde coloquei radioterapia? Isso não é correto. Primeira coisa, comparar.

DIARINHO – O senhor sempre foi filiado a partidos conservadores e de direita, mas foi um defensor da democracia que primou pelo diálogo e boa educação com adversários políticos.  Nos últimos anos o senhor se aproximou da ala bolsonarista que nem sempre defende a boa política, aquela que preza pelo debate, pela construção de soluções conjuntas, pela defesa dos poderes da República, pelo respeito às instituições. O senhor sequer recebeu apoio de Bolsonaro ao seu projeto de ser governador de SC. O senhor não se arrepende dessa aproximação e dessa estratégia que talvez nem lhe eleja governador, até porque um outro candidato já se diz apoiado por Bolsonaro?

Amin – Eu tenho 31 anos de convivência com o Bolsonaro. Nós chegamos juntos ao Congresso em 91. Angela, eu e ele. Nós jogamos futebol juntos, temos uma convivência. Ele me homenageou, se lembrando de mim, que fui seu parceiro na questão do voto impresso, quando ele estava no hospital, sem eu ter pedido depoimento. Eu sou amigo dele. E voto nele porque acho que é a melhor solução neste momento para o Brasil. Tô aqui pedindo voto para ele. Agora, eu não quero colocar o Bolsonaro dentro da minha gaiola - que é o que alguns querem, ser dono do Bolsonaro. Já foram até repreendidos por isso. O senador Jorginho fez campanha para a Dilma. Ele estará sempre com o governo. Ele salvou o Paulo Afonso da cassação. Ele nomeou gente dele não apenas ao DNIT. No governo do Dário Berger, no governo do Gean Loureiro, gente da família...

DIARINHO – O senador Jorginho Mello acusa o senhor de requentar vídeos antigos para tentar ligá-lo ao governo do PT. Esse tipo de vídeo estimula o acirramento da polarização e uma aversão a um grupo político que administrou o Brasil por 14 anos. Segundo as pesquisas, Lula pode ser eleito presidente do Brasil daqui uma semana. É saudável à democracia instigar eleitores de Santa Catarina contra um partido político que pode novamente governar o Brasil?

Amin – Eu não quero entrar nessa polêmica. Eu acho que quem quer votar no Lula tem o seu direito de votar. A Justiça lhe deu o direito de ser candidato. Acho que está errado dizer que ele foi absolvido. Eu sou formado em Direito, eu tenho a inscrição 1909 da OAB em Santa Catarina. Ser absolvido é outra coisa. Quer votar, vota. Eu vou votar no Bolsonaro. Se o Bolsonaro ganhar, eu vou procurar ser parceiro. Concordar com as coisas que eu acho corretas e advertir as que não são corretas. E se ele não ganhar, eu vou respeitar. Eu já perdi eleições que eram tidas como ganhas. E respeitei o resultado. Não fui pedir boquinha. Perdi eleição, voltei para escola. Aproveitei para não só ser professor, fui aluno. Fui fazer mestrado, doutorado, inclusive, sobre sustentabilidade e tecnologia da informação. Então, investigue, compare. Acho que o importante é comparar para você escolher o seu governador, independentemente de Lula, de Bolsonaro.

DIARINHO – Se o senhor não chegar ao segundo turno, quem pretende apoiar no estado na segunda etapa da eleição ao governo de Santa Catarina?

Amin – Eu vou chegar ao segundo turno. Não tenho dúvida. Por uma questão muito simples: quando você olhar o resultado de uma pesquisa, pense no seguinte: qual é o partido que tem mais base nos pequenos municípios, onde não são feitas as pesquisas? Em 1982, preste bem atenção, nós tínhamos folga nas pesquisas: 12, 14%. Ganhei por 1%. Sabe por quê? Porque a população rural votou grandemente contra nós por conta da peste suína africana. E não era pesquisada. Ganhei por 12.750 votos. Por quê? Porque a pesquisa não pegava isso. Neste momento eu duvido que os institutos pesquisem mais de 40, 50 municípios. Mas estamos trabalhando, esse pedido por comparação está dando certo. Todos os fatos dessa semana são a nosso favor, todos. Inclusive essa vinculação do senador Jorginho Mello às campanhas da Dilma, que poderia ser o Lula também, e que estão surpreendendo muitos dos seus supostos eleitores.

 

Raio X

 

Nome: Esperidião Amin

Natural: Florianópolis

Idade: 74 anos

Estado Civil: casado

Filhos: três filhos

Formação: Direito e administração pública, com mestrado e doutorado

Trajetória política: prefeito de Florianópolis (1975-1978 e 1989-1990), governador de Santa Catarina (1983-1987 e 1999-2002), deputado federal (1979-1983, 2011-2015, 2015–2019), senador (1991-1998 e 2019-2027)

NÚMERO DE URNA: 11

COLIGAÇÃO: Federação PSDB Cidadania (PSDB/CIDADANIA) / PP / PTB)

 




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