Matérias | Entrevistão


Willian Cardoso, o Panda

"Saquarema provavelmente vai ser meu último mundial, aí eu vou estar focado no brasileiro”

Surfista profissional

Franciele Marcon [fran@diarinho.com.br]




Willian Cardoso, carinhosamente chamado de Panda, é um dos surfistas da região que é exemplo para todos que sonham em se tornar um profissional do surfe. Atualmente, ele compete nas etapas do Challenge Series para tentar voltar à elite do surfe mundial, o World Tour. Nos anos de 2018 e 2019, Willian esteve entre os melhores surfistas do planeta. Em junho de 2018, ele fez história vencendo a etapa do Mundial em Uluwatu, na Indonésia. Nesta entrevista à jornalista Franciele Marcon, ele conta como foi o começo no esporte, os perrengues para chegar ao topo e as dificuldades de se manter no alto. Willian também falou sobre a pressão que, muitas vezes, pode levar à depressão. Os dias de glória e aqueles de sofrimento por estar longe da família, dos amigos, de casa. Panda faz crítica ao atual modelo de corte do WT, que em cinco etapas tira o sonho daqueles que lutaram durante todo um ano para chegar à elite do surfe mundial. Mudanças na Confederação Brasileira de Surfe, patrocínios e a aposentadoria estão entre os assuntos. Willian falou sobre a onda que ainda gostaria de surfar e dá o palpite sobre quem será o campeão mundial em 2022. As imagens são de Fabrício Pitella. A entrevista completa, em áudio e vídeo, você confere no Portal DIARINHO.net e em nossas redes sociais.

 

DIARINHO – Como e quando você começou a surfar?



Willian Cardoso: O surfe veio através da minha vinda para Balneário Camboriú. Eu nasci em Joinville e quando a gente residiu em Balneário dei muita sorte de cair num edifício onde tinha vários surfistas. Aquele corre-corre de prancha para cima e para baixo começou a chamar minha atenção e a dos meus irmãos. Meu irmão começou a surfar primeiro e introduziu o surfe na nossa vida. Surgiu essa paixão, essa vontade de querer praticar o surfe a todo momento.

DIARINHO – Como foi sua trajetória até chegar à elite do surfe mundial? Foi mais difícil chegar ou se manter?

Willian: Eu olho para trás e vejo que realmente foi muito espetacular. Eu tive altos e baixos por muito tempo. É muito difícil se manter no topo por muitos anos. Acaba sofrendo um pouco e é muito tempo longe de casa. Eu comecei pela base, comecei nos circuitos de Balneário Camboriú, circuito catarinense, circuito brasileiro. Fiz parte da seleção brasileira do ISA em 2003 e 2004. Fui vice-campeão em 2003, e fui terceiro colocado em 2004. Eu me tornei profissional e logo consegui entrar para a primeira divisão do circuito brasileiro e comecei a participar full-time do WQS, que era a segunda divisão naquele ano. Os anos foram passando. Em 2010, já obtinha algumas vitórias no circuito e comecei a bater na trave para entrar para o WCT. Fiquei ali por uma vaga em 2010, 2011, 2012. Foram anos bem difíceis para mim. Sempre chegava no Havaí nas últimas etapas, com aquela vontade de quebrar essa barreira e não conseguia. Acabava me frustrando. Eu precisava retomar no ano seguinte. Tirar energia de onde não tinha. Nesse tempo todo, tive momentos difíceis, como a perda dos meus pais em 2009, no mesmo ano, em setembro e dezembro. Foi algo que realmente mexeu muito comigo. O meu pai esteve em dois eventos que disputei na Europa. Ganhei Portugal, na semana seguinte, estava na Espanha e ele faleceu. Na outra semana, ganhei Pantin. Foi um misto de alegria e sentimentos ruins ao mesmo tempo, mas sabendo que estava cumprindo aquilo que ele desejava para mim. E quando tudo parecia que estava indo por água abaixo, que estava encerrando minha carreira, em 2017, consegui entrar na elite. Foi um alívio, foi aquela sensação de dever cumprido. Mas é difícil se manter dentro. É muito difícil, porque você alcanças um estágio tão grande na tua carreira, está entre os melhores, está fazendo algo tão importante na tua vida, que precisa se reinventar. Não é hora de comemorar. É hora de baixar a cabeça, saber que tem outros surfistas melhores do que você, que precisa aprender. E, graças a Deus, consegui me manter dois anos. Foram dois anos maravilhosos. Pude proporcionar para minha família experiências incríveis. A gente teve oportunidade de viajar por três meses correndo o circuito mundial. Ainda de brinde, veio a etapa de Uluwatu [Indonésia], realmente foi um dos pontos mais altos da minha carreira. Essa vitória foi muito marcante. Ali pude dizer que, realmente, eu era um dos melhores surfistas do mundo.


DIARINHO – Você tem apoio da SantaCosta e Portonave, empresas da região. Qual importância de patrocínio para atletas em início de carreira, para que possam efetivamente seguir no esporte e não desistir do sonho?

Willian: Quando a gente fala de atleta, a gente não fala só do cara representando dentro da água ou dentro de uma quadra. Tem toda uma preparação por trás. Ao longo da minha carreira, a gente viu vários atletas chegarem com potencial incrível, mas sem saber se comportar fora de casa, caindo na noitada, fazendo coisas erradas e perdendo todo o prestígio de estar ali. Achar que é uma festa. E não é! Quando você chega lá é hora de mostrar o teu trabalho, o resultado. Toda essa preparação, essa dedicação, vem desde casa. Você tem que se preparar da melhor forma possível. E sem patrocínio, hoje, a gente não consegue. O circuito está muito caro. O surfe passa por um momento muito bom no Brasil, mas em questão financeira, passa por um momento muito ruim. No Circuito Mundial, a premiação caiu 30% do que era em 2018. A gente está com uma premiação muito baixa. Eu fui para Austrália e gastei de US$ 6 a 7 mil. E de premiação recebi só US$ 3 mil. Se eu não tivesse patrocínio, a conta não fechava. Imagina para alguém que não tem patrocínio e vai para lá?

DIARINHO – Neste ano, tivemos mudanças na elite do surfe, com o corte de atletas após cinco etapas. Como você avalia o novo modelo?

Willian: Acho injusto, porque o atleta está chegando no sonho e ele acaba em três meses. Ele começa em fevereiro e acaba em maio. O atleta não está preparado. Tivemos três atletas lesionados que não conseguiram competir em nenhuma etapa. Como o cara vai conseguir chegar no sonho dele, se não tem um ano inteiro de competição? Não estou dizendo que é errado ou certo, mas eu acredito que é injusto com aquele que classificou e está caindo. Tivemos dois atletas do top 5, do ano passado, que caíram. Entendeu? Tivemos dois atletas do top 5 no ano interior, que tiveram um ano brilhante e em três meses, não conseguiram mostrar o mesmo surfe que mostraram em 2021. Sem falar, por exemplo, a parte financeira também. Porque a hora que você entra no WT é a época de você ganhar, é onde realmente o dinheiro sobra, que entra uma gordura. E vários desses atletas que caíram não tinham patrocínio. Então ficou elas por elas. Você chega no  seu sonho, na primeira divisão, no seu ano de estreia, e acaba caindo. [Essa sua visão de que é injusto é partilhada por mais surfistas?]. Total. Criaram três projetos com o corte junto, os atletas pegaram o menos pior. Mas assim, a meu ver, o corte pode existir, mas contando que tenha, vamos supor, 12 etapas a primeira divisão, uma por mês. Isso daria mais oportunidade para os atletas estreantes ou quem está retornando à elite ter uma oportunidade de competir de oito a 10 meses. Eu sempre acreditei que os atletas da primeira divisão não devem competir a segunda. Acho isso injusto com quem está tentando quebrar essa barreira. 

 


“Eu aposto, mais uma vez, numa final brasileira”

 

DIARINHO – O critério de julgamento, você acha que deve ser mudado? Você acredita que os aéreos são mais valorizados que um surfe de borda bem feito e batidas passando bico e rabeta pelo lip da onda?

Willian: Acho que o julgamento precisa ter mais transparência. Precisamos estar trabalhando mais com os juízes, lidar de uma forma diferente. Necessitamos estar ali, conversando, presente, para entender mais o que eles buscam do surfe. Hoje, você não tem uma bandeira para saber quem é o juiz. Não tem o nome de quem é o juiz que está julgando a sua bateria. Quando vai conversar com o head judge sobre a sua bateria, ele dá uma explicação que você não sabe se é verdadeira ou não. Ele simplesmente pode olhar “ah, eu acho que você foi muito radical, faltou o power surf. Eu acho que faltou ser mais radical. Você não teve o flow”. Mas o que ele questionou os árbitros durante os meus 30 minutos, nunca vou saber. Dei uma ideia uma vez, das salas dos juízes serem filmadas e com microfone. Se for reclamar da minha onda, peço para rever os 30 minutos para ver a atuação dos juízes e o que o head interferiu ou não. Eu não ia precisar mais falar com os juízes ou questionar o juiz sobre o erro.


DIARINHO – Você acredita que os brasileiros são mal julgados e que ainda existe um preconceito contra os sul-americanos?

Willian: Eu não vejo diretamente o brasileiro, vejo baterias bem duvidosas como um todo. Somos muito brasileiros, é muito aquele que torce pelo brasileiro. Então, quando a gente acha que é uma bateria duvidosa, a gente acaba “ah, foi injustiçado”. Não! Existe para os dois lados.

DIARINHO – Temos vários surfistas da região na divisão de acesso do surfe, você, Matheus Navarro, Peterson Crisanto. Isso é reconhecimento de uma geração que se dedicou ao esporte? Qual legado que fica para o país e região?

Willian: É muito importante ter grandes surfistas aqui na região, estando aqui, surfando as nossas ondas, mostrando que Balneário e Itajaí são grandes celeiros e que podem também trazer atletas de outros lugares. O Peterson e o Miguel são de São Paulo e do Paraná, e escolheram morar aqui. A gente tem a Osteo Esporte, o Fernando Ricci, que acaba dando todo esse suporte. E acaba se tornando um grupo. Acho que isso mostra o quanto atletas bons, juntos, trazem resultado. O fato de você surfar com bons surfistas faz se tornar um surfista melhor.

DIARINHO – Sobre o campeonato de surfe brasileiro: você acredita que com Teco Padaratz assumindo a Confederação Brasileira de Surf o circuito brasileiro voltará a ser o mais forte do mundo de novo?

Willian: Tínhamos três chapas na eleição: Jojo [Jocélio de Jesus], Teco e o Adalvo [Argollo], que era o representante que já estava mais tempo no poder. Teco e Jojo se juntaram, porque o objetivo maior era tirar o Adalvo do poder, dar uma nova cara ao surfe nacional. Acho que eles fizeram um grande trabalho, conseguiram quebrar essa barreira. O trabalho está sendo bem executado. Agora, nesses próximos meses, as primeiras etapas vão começar. Temos um grande caminho a traçar.  Acho que  eles têm tudo para fazer um grande trabalho.


DIARINHO – O surfe virar esporte olímpico mudou a realidade do esporte no Brasil?

Willian: A Olimpíada sempre foi um espelho para a garotada. O fato de estar ali vendo na TV o tempo todo acende essa chama. Eu acho que traz as pessoas mais próximas, une. Principalmente quando a gente ganha medalhas tão importantes como foi nas Olimpíadas. Já éramos uma potência, já era favorito, e realmente os atletas foram lá e conseguiram executar da melhor forma possível. O título olímpico talvez esteja criando na mente de alguns a vontade de estar praticando o surfe e virar um atleta profissional no futuro.

DIARINHO – A pressão sobre os bons resultados é muito grande. Como você analisa atletas como Filipe Toledo e Gabriel Medina terem passado por depressão?

Willian: Eu vou falar a minha história, de como cheguei na Austrália. Uma doença me fez ficar ruim. Quando estava melhorando, outra doença me fez ficar ruim novamente. Tive dois resultados ruins. Para voltar para casa, cheguei no aeroporto, meu voo foi cancelado. Em vez de fazer uma viagem de 36h, fiz uma viagem de 72h para chegar em casa. E ninguém entende. Todo mundo olha: “nossa, o Willian tava lá na Austrália, perfeito, amarradão”, mas ninguém entende o que passa pela minha cabeça. A saudade do meu filho, as discussões que tenho com a minha esposa por estar longe de casa. Todo mundo, hoje em dia, está voltado para o sorriso, para a rede social. Você só posta o que é bom. Você nunca posta o que é ruim. As pessoas não entendem o que é ruim. As pessoas só querem ver o lado bom. Então, quando você consegue se abrir e mostrar as coisas ruins que acontecem na tua vida, isso impacta. O Felipe passou lá, teve problemas com o pai dele, teve problemas com a esposa, o fato de estar longe dos filhos. De ser uma grande esperança para o Brasil de títulos e ser um dos surfistas mais radicais que a gente tem, mas ao mesmo tempo ser criticado o tempo todo em ondas como Pipeline e Teahoopo. Mas ele foi lá e fez um terceiro em Teahoopo. E as pessoas ainda não o colocam como favorito. A gente vê todos esses fatores ligados, principalmente a mídia, pressão, haters da internet. Recebo hater de australiano até hoje por ganhar do Julian Wilson, na final em Uluwatu. Aconteceu com o Filipinho, com o Gabriel. É o lado oculto da história do surfe, de estar dentro do circuito mundial. É uma vida prazerosa, cheia de alegrias o tempo todo... Mas a derrota é constante na nossa vida. Todo dia a gente perde alguma coisa. Ou a gente perde um momento do filho na escola, ou perde um jantar com amigos, perde uma bateria que estava crente que iria ganhar. Isso vai dificultando e vai colocando a gente em um buraco sem fim.

 

Todo dia a gente perde alguma coisa. Um momento do filho na escola, ou um jantar com amigos, ou uma bateria que estava crente que ia ganhar”

 

DIARINHO – Qual a onda que você ainda gostaria de surfar?

Willian: Eu gostaria de voltar para Mentawaii mais uma vez. Eu ganhei Uluwatu em 2018, e logo na sequência já embarquei para Mentawaii uma semana só. Tinha o Ramadã, que era uma semana de break lá da Indonésia. Nosso amigo conseguiu nos juntar em um barco, e a gente conseguiu surfar. E era só uma semana que tínhamos. Meu plano é voltar para Mentawaii para poder passar lá pelo menos umas duas semaninhas pegando altas ondas.

DIARINHO – Quanto tempo você pretende ficar competindo? Qual é seu plano B após a aposentadoria?

Willian: Está chegando perto. Tenho 36. Esse é meu último tiro no circuito mundial. É o meu último ano do Qualifying Series. Se não for para o CT, acredito que Saquarema vai ser minha última etapa do Qualifying. Eu não pretendo,  ainda não decidi, se vou correr o regional. Em setembro tem uma etapa de Alagoas e em outubro Saquarema. E tem uma no Chile, que já não vou fazer. Já não quero ir. Estou focado no circuito brasileiro. Acredito que possa ainda ter uns dois, três anos de circuito brasileiro. O circuito tende a ser fechado a partir do ano que vem. Esse ano é aberto a 196 atletas. Para o ano que vem, estará fechado em 60 atletas nacionais. Meu foco está no brasileiro, em entrar para o CT. Se eu entrar, realmente, é o ponto alto da carreira, é onde  gostaria de estar. Mas também tenho que entender que o fato de estar viajando o tempo todo, o circuito caiu muito na questão de premiação, já não se paga mais.  Saquarema provavelmente vai ser meu último evento do Challenge Series ou da WQS, aí eu vou estar focado bastante no brasileiro. Hoje licenciei um dos meus patrocinadores de acessórios, já produzo no Brasil, já estou trabalhando em cima disso. Sou sempre questionado se eu vou virar técnico ou não. É uma das coisas que eu venho amadurecendo, vendo se existe possibilidade ou não. Mas também vai me requerer tempo de estar o tempo todo longe da minha famíli. Vou ter que estar acompanhando um grupo de atletas como se estivesse viajando. Não sei se estou preparado para estar viajando mais todo esse tempo. Estar perdendo toda a infância do Luca [filho]. Já fiquei bastante tempo na estrada e aproveitar um pouco mais dele nesse momento, para poder incentivar da melhor forma possível, para ter um crescimento maravilhoso. [Ele já surfa?] A gente já surfou, já pegamos várias ondinhas nos verões que passaram. Mas ainda ele: “ah, pai, só quero surfar quando crescer”. A gente pratica natação, vai jogar tênis. Ele curte demais o tênis. Participou do primeiro campeonatinho. Tem uns esportes que ele está praticando  e que  está curtindo mais. Começou o basquete na escola, está amarradão...

DIARINHO – Qual o seu palpite: quem vence o WS em 2022?

Willian: Acho que o Felipe está trabalhando para isso, acredito que ele merece muito! Acredito que ele vá chegar em Lowers Trestles como favorito. Se tiver entre os Top 5, acho que ele é o favorito para ganhar. Ele merece! O ano passado foi quase. O Gabriel deu um show que, pô, os aéreos dele realmente foram espetaculares. Mas eu aposto, mais uma vez, numa final brasileira. Eu acho que o Gabriel também estará presente no top 5 e eu gostaria que este ano fosse para ele, para o Felipe.

 

Raio X

NOME: Willian Cardoso

NATURALIDADE: Joinville

IDADE: 36 anos

ESTADO CIVIL: casado

FILHOS: um filho

FORMAÇÃO: Ensino Médio Incompleto

TRAJETÓRIA PROFISSIONAL: surfa desde 1995 e em 2018 e 2019 disputou a elite do surfe mundial; Vice-campeão do Mundial Júnior ISA, em 2003; Vice-campeão do  Circuito Brasileiro Profissional, em 2008; Campeão WQS 5 Estrelas Pantin Classic 2008, na Espanha; Campeão WQS 5 Estrelas Pantin Classic 2009, na Espanha; Campeão WQS 6 Estrelas Azores Islands 2009, em Portugal; Campeão WQS 6 Estrelas Saquarema/Pro 2009, no Brasil; Campeão do Circuito Sul – Americano WSL 2010; Campeão WQS 6 Estrelas Burton Toyota Pro 2012, na Austrália; 5º Lugar WT Rip Curl Pro Bells Beach 2013, na Austrália; Vice-campeão WQS Prime Vans Us Open 2014, EUA; Vice-campeão Circuito Brasileiro de 2015; Vice-campeão WQS Prime Balito Pro, na África do Sul; 5º lugar WT Bali Pro 2018, na Indonésia; Campeão WT Uluwatu Pro 2018, na Indonésia.




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