Itajaí

Carteira da cozinheira assassinada em Penha foi encontrada em Garuva

Os documentos e cartões bancários de Márcia Andréa Zeferino, 46 anos, que foi trucidada na madrugada de quarta-feira, junto com a mãe Elita Kratz, 67, foram encontrados na manhã de sexta-feira, em Garuva. A cidade catarinense, que faz divisa com o Paraná, é rota de quem está seguindo para o sudeste do país. Por isso, a polícia acredita que Anderson Clayton Faria Sbruzzi, 38, e Aline Aparecida Costa Takashima, 24, a Japinha, o casal suspeito de matar mãe e filha com golpes de espeto, estejam voltando para casa, em Taubaté, interior de São Paulo. Os dois já estão com a prisão temporária decretada pela dona Justa, e as polícias paranaense e paulista estão à caça dos suspeitos.

A carteira de Márcia, que era cozinheira no restaurante Capitão do Mar, em Piçarras, foi encontrada por um caminhoneiro que parou às margens da BR-101, em Garuva, para tirar a água do joelho. Quando ...

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A carteira de Márcia, que era cozinheira no restaurante Capitão do Mar, em Piçarras, foi encontrada por um caminhoneiro que parou às margens da BR-101, em Garuva, para tirar a água do joelho. Quando estava fazendo xixi, olhou para o chão e viu o objeto. Dentro do acessório, encontrou os documentos de Márcia, cartões da Caixa Econômica Federal, onde ela tinha conta, e um número de telefone. O caminhoneiro ligou e falou com um parente da vítima. Ele repassou a informação à polícia Civil.

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O policial responsável pela delegacia de Penha, Allan Coelho, conversou com o motorista, que se comprometeu em mandar a carteira via correio. Segundo Coelho, os suspeitos pelo assassinato não fizeram saques da conta de Márcia. Também não foi possível descobrir o valor levado da carteira da cozinheira.

Na cola dos pombinhos do mal

A polícia Civil pediu a prisão do casal suspeito na tarde de quinta-feira e, no mesmo dia, o juiz da comarca de Piçarras caneteou o pedido. Os dois tiveram a prisão temporária de até 30 dias decretada. Agora, Anderson e Aline são considerados foragidos da justiça.

A polícia Civil de Santa & Bela entrou em contato com os tiras de São Paulo, já que os dois são de Taubaté, mas não conseguiu receber informações precisas deles. Ao que parece, Anderson já respondeu a um processo criminal, mas os tiras paulistas não souberam informar o motivo. Aline não tinha passagens.

Com a divulgação dos nomes e das fotos de Anderson e Aline, um morador de Penha, que teve o nome preservado, procurou a polícia para denunciar que na quinta-feira cruzou com Anderson em Penha. O detalhe é que o cara estava com as mãos cortadas. “Fomos até o local indicado pela testemunha, mas já não havia mais rastro dos dois”, declarou Coelho.

A suspeita da polícia é que o casal está fugindo no Ford Ka vermelho, CYG 2578 (Taubaté), que está em nome de Anderson. “Quem avistar o carro circulando em qualquer lugar, pode ligar para a polícia e avisar. As ligações podem ser através do 181 ou do 190”, orientou Coelho.

  • Segunda família trucidada em Penha em menos de um ano

O crime que ocorreu na casa número 1941 da rua Antônio Brigido de Souza, na localidade Mariscal, Armação, deixou novamente a comunidade de Penha perplexa. Mãe e filha foram assassinadas a espetadas. As coitadas receberam vários golpes no rosto. Os acusados pelos crimes são Anderson e Aline, que eram amigos e colegas de trabalho de Márcia, e fizeram um churras na casa das vítimas no dia do crime.

Este não foi o primeiro crime bárbaro em Penha. Há menos de um ano, no dia 7 de dezembro de 2012, uma baia da rua Tijucas, que fica distante quadro quilômetros do crime ocorrido na quarta-feira, foi palco de outra tragédia horrorosa.

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Naquele dia, Luiz Carlos Flores, 38, o Liquinha, matou a marteladas e a marretadas a mãe, Carmem Cunha Flores, 69, a irmã, Leopoldina Carmem Flores, 41, o sobrinho, Pedro Henrique Flores, 10, e o pai, Luiz Nilo Flores, 72. Ele foi denunciado pelo ministério Público por assassinato qualificado por motivo fútil, sem possibilidade de defesa das vítimas, e pela tentativa de ocultação do crime. Liquinha está preso desde dezembro no presídio da Canhanduba, onde espera para ir a júri popular. A data não foi definida.



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