O Fiat Grande Panda acaba de aterrissar em solo brasileiro e já está chamando a atenção. Com previsão de ser o modelo mais barato da marca, o hatch europeu é o ponto de partida para o projeto que substituirá os modelos Argo e Mobi a partir de 2026. A expectativa é que o carro ganhe toques locais e, quem sabe, versão elétrica.
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Flagrado no aeroporto de Viracopos, o modelo chamou a atenção por ser o primeiro protótipo a circular no Brasil, com especificações que começam a se adaptar ao mercado nacional. A plataforma ...
Flagrado no aeroporto de Viracopos, o modelo chamou a atenção por ser o primeiro protótipo a circular no Brasil, com especificações que começam a se adaptar ao mercado nacional. A plataforma escolhida para o hatch é a Smart Car, nome que o grupo Stellantis dá à CMP, já utilizada por Citroën e Peugeot em seus modelos compactos.
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As dimensões do Grande Panda impressionam pela eficiência: são 3,99 metros de comprimento e 2,54 metros de entre-eixos, com design quadrado e moderno que poderá ser uma homenagem ao clássico Uno. O visual do modelo europeu, com o nome estampado nas portas e faróis de LED, serve como uma prévia do que pode estar por vir, mas não necessariamente será copiado na versão brasileira.
A produção, que será em Betim (MG), também faz parte de um projeto maior da Fiat, que inclui uma nova família de carros compactos para o Brasil. Entre as novidades, um SUV inspirado no Citroën Aircross para substituir o Pulse e até uma picape cabine dupla para o futuro. Para que tudo isso aconteça, a fábrica de Betim passará por uma atualização para acomodar as novas demandas tecnológicas e de produção.
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