Vira e mexe a dona justa julga algum dos tantos processos que pedem a cassação do mandato dos chefões da prefa do Balneário Camboriú. Todas as ações contra Edson Periquito (PMDB) e Cláudio Dalvesco (PR) têm a mesma base de acusação: a suposta irregularidade na doação de campanha de 2008. Dos julgamentos que já rolaram, os dois siscaparam de todos. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ia julgar mais uma dessas ações na próxima segunda-feira. Mas ontem o processo foi tirado da pauta e não há previsão de quando volta pra corte pra receber o martelaço.
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A assessoria de imprensa do TRE só soube dizer que o pedido de retirada da pauta partiu do juiz-relator Oscar Juvêncio Borges Neto e que ele não deu previsão de quando o julgamento vai rolar. Uma ...
A assessoria de imprensa do TRE só soube dizer que o pedido de retirada da pauta partiu do juiz-relator Oscar Juvêncio Borges Neto e que ele não deu previsão de quando o julgamento vai rolar. Uma das motivações dessa decisão do desembargador seria um dos advogados das partes pedir que a sessão fosse prorrogada. Mas, a tirar pelas impressões do vice-prefeito, o pedido de suspensão do julgamento não deve ter partido da Maravilha do Atlântico.
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Pra ser sincero, procuro nem me preocupar. Nunca perdi o sono, porque vejo que não tem nada de errado. Só fico chateado porque fica sempre essa coisa, então é melhor que julguem de uma vez pra pararem com essa história, afirma Dalvesco. A acusação que resultou no processo que pode culminar na cassação do prefeito e do vice do Balneário partiu do Ministério Público da Santa & Bela (MPSC). A denúncia é de que Periquito e Dalvesco receberam R$ 200 mil de um doador fantasma às vésperas da eleição de 2008.
No entanto, o vice-prefeito garante que tá tranquilo porque o tal doador já se identificou pra dona justa. O fantasma já apareceu e disse que ele era o fantasma. Mesmo assim vamos aguardar e cumprir o que a Justiça decidir, comenta. Dalvesco ainda destaca que os R$ 200 mil da tal doação não interferiram em nada no resultado das urnas. Ele dispara que, se grana fizesse a diferença, seus adversários teriam levado a melhor porque contavam com milhões de reales pra gastar na campanha.
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O fantasma já apareceu e disse que ele era o fantasma. Mesmo assim vamos aguardar e cumprir o que a Justiça decidir
Cláudio Dalvesco - vice-prefeito de Balneário