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Trânsito caótico e problemas com contêineres de lixo em Balneário Camboriú

Publicado em 30/11/2024

“O trânsito em Balneário Camboriú está caótico. A avenida Martin Luther segue sem sinalizações verticais, o que gera desordem no tráfego. Sem faixas de pedestres, a situação se agrava, pois motoristas não param, deixando os pedestres vulneráveis. Como condutora, reconheço o risco de parar sem a devida sinalização, o que pode colocar pedestres em perigo.

Outro problema sério é o deslocamento dos contêineres de lixo. Com a falta de vagas de estacionamento, há quem retire os contêineres para estacionar, prejudicando idosos e pessoas com deficiência. Na rua Rodésia, no bairro das Nações, esses contêineres são frequentemente colocados em vagas prioritárias. Apesar das reclamações feitas à BC Trânsito, nenhuma solução foi apresentada até o momento. É urgente a definição de locais específicos para os contêineres, com placas proibindo sua remoção, caso contrário, o caos persistirá, especialmente com a chegada da temporada.”

Ass: D.

(Transcrito ipsis litteris)


Água parada por obra proibida

Publicado em 23/01/2026

"Me chamo Wenderson e gostaria de relatar uma situação que os moradores de Penha estão enfrentando. Uma obra de um futuro empreendimento, atualmente paralisada por decisão judicial, foi abandonada e deixou para trás um cenário preocupante. O local está com água parada, supostamente usada para matar árvores. A água, estagnada há cerca de seis meses, já está verde, com limo, e tem gerado a proliferação de mosquitos, sapos e até infiltrações nas casas vizinhas.

A situação ocorre entre as ruas Goiás e Mauro Schneider, no bairro Armação. A denúncia já foi feita aos órgãos competentes:

– Vigilância Sanitária: Protocolo 7.701/2025

– Fiscalização de Obras: Protocolo 7.702/2025

– Ouvidoria – Meio Ambiente: Protocolo 601/2025

Esperamos providências urgentes antes que o problema se torne ainda mais grave".

Ass: Wenderson

(Transcrito ipsis litteris)


Familiares de acusado de crime se manifestam

Publicado em 23/01/2026

"Diante da comoção e das notícias que vêm sendo divulgadas sobre Rodrigo Oliveira, apontado como suspeito na morte de seu companheiro, Robson, nós, familiares, sentimos a obrigação moral de apresentar à sociedade um contexto que não pode ser ignorado. Não se trata de justificar uma tragédia, mas de exigir que os fatos sejam analisados com profundidade, humanidade e responsabilidade.

Ao longo de aproximadamente cinco anos de relacionamento, Rodrigo relatou repetidas vezes à família viver sob forte controle psicológico, emocional e financeiro. No início da relação, Rodrigo possuía emprego estável, carro e moto. Segundo seus relatos, foi pressionado a abandonar o trabalho sob ameaça de término, passando a viver exclusivamente em função do companheiro, abrindo mão de sua autonomia profissional e financeira.

Com o tempo, Rodrigo perdeu totalmente o controle do próprio dinheiro. Todo valor que recebia, após o pagamento das contas compartilhadas, era transferido para Robson, que passou a administrar integralmente os recursos do casal. Rodrigo quitou um empréstimo pessoal de aproximadamente sete mil reais feito por Robson para a realização de uma lipoaspiração, ajudou no pagamento das prestações de um veículo e, ainda assim, ficou sem acesso ao próprio dinheiro.

Esse controle financeiro se tornou ainda mais cruel durante a doença do pai de Rodrigo. Enquanto o pai lutava por 45 dias contra um câncer raro e agressivo, agravado por uma infecção generalizada que o levou a óbito, Rodrigo se viu sem recursos para ajudar a família, custear visitas ao hospital ou até mesmo alimentação. Sua mãe precisou fornecer dinheiro para gasolina e refeições para que ele pudesse permanecer ao lado do pai, pois Robson reteve os recursos do casal.

Ao mesmo tempo em que Rodrigo passava por extrema dificuldade financeira e emocional, ele relatou à família que Robson, de posse do dinheiro do casal, passou a investir em procedimentos estéticos, incluindo aplicações de botox, demonstrando completa insensibilidade diante do sofrimento vivido por Rodrigo e sua família.

O controle ultrapassava o aspecto financeiro. Rodrigo relatou que era obrigado a tomar banho junto, dormir e acordar nos mesmos horários, interromper o trabalho no exato momento em que Robson decidia parar, e até sua alimentação era vigiada — só podia comer o que o companheiro permitia. Era constantemente corrigido, recriminado e submetido a humilhações relacionadas ao corpo, sendo pressionado de forma intensa para emagrecer e impedido de demonstrar afeto sob a alegação de que havia engordado.

Durante a doença do pai, Rodrigo foi proibido de falar sobre o assunto dentro de casa ou de expressar sua dor. Chorar era visto como “negatividade”. Em profundo sofrimento, ele relatou à família que chorava escondido no banheiro, tentando lidar sozinho com a perda iminente do pai.

Nesse mesmo período, Rodrigo foi afastado do próprio quarto, sendo obrigado a dormir no quarto de visitas e impedido de usufruir de bens pessoais. Enquanto ele se revezava entre o hospital e a casa da mãe, Robson e sua mãe realizaram modificações no apartamento do casal sem sua participação ou consentimento. Ao buscar roupas, Rodrigo ainda foi ironizado pela sogra com a frase: “volte quando quiser”.

Rodrigo buscou ajuda diversas vezes. Procurou a sogra, Vera, relatando o que vivia, mas ouviu que ela não iria “ficar contra o filho”. Também relatou à sogra e à cunhada que Robson se tornava extremamente grosseiro e cruel quando estavam sozinhos, sendo “outra pessoa” dentro de casa. Esses pedidos de ajuda não foram acolhidos.

Há ainda relatos feitos por Rodrigo à família de que, durante a internação do pai, teve acesso ao celular de Robson e encontrou conversas com diversos homens, inclusive com marcação de encontros no apartamento do casal enquanto ele estava no hospital ou cuidando da família. Segundo Rodrigo, esse comportamento continuou mesmo após o falecimento de seu pai.

Mesmo em luto, Rodrigo passou a ser cobrado para arcar com metade das despesas do casal, apesar de estar sem acesso aos próprios recursos e apesar de Robson permanecer na posse de todos os bens e da moradia.

É fundamental que se compreenda que Rodrigo atravessava um momento de extrema fragilidade emocional, exaustão psicológica e dor profunda. Anos de abuso emocional, controle financeiro e isolamento culminaram em um colapso humano que não pode ser analisado fora desse contexto.

Como tia, como família, pedimos que Rodrigo não seja tratado apenas como uma manchete ou um rótulo. Que a sociedade e as autoridades permitam que a verdade completa venha à tona, considerando que violência psicológica e controle emocional também são formas de violência — silenciosas, contínuas e devastadoras.

Nada apagará a perda de vidas envolvidas. Mas que ao menos haja justiça feita com responsabilidade, empatia e humanidade.

Relato de contexto de violência psicológica, financeira e emocional vivenciada por Rodrigo Oliveira

Desde o início do relacionamento, Rodrigo Oliveira passou a viver sob um controle progressivo exercido por seu companheiro, Robson. À época, Rodrigo possuía carro, moto e um bom emprego, mas foi coagido a deixar o trabalho sob a ameaça de término do relacionamento, para que pudesse dedicar todo o seu tempo exclusivamente ao companheiro.

Ao longo da convivência, Rodrigo assumiu compromissos financeiros que não lhe cabiam. Quitou um empréstimo pessoal de aproximadamente R$ 7.000,00 contraído por Robson para a realização de uma lipoaspiração, valor que jamais foi ressarcido. Também ajudou a pagar parcelas do carro que Robson possuía na época. Mesmo assim, todo o dinheiro que Rodrigo recebia, após o pagamento das contas compartilhadas, era transferido para Robson, que passou a controlar integralmente os recursos do casal.

O controle se estendia à rotina pessoal e à autonomia básica de Rodrigo. Ele era obrigado a tomar banho junto com Robson, dormir e acordar nos mesmos horários, comer apenas o que Robson fazia ou autorizava, e interromper imediatamente qualquer atividade profissional quando Robson assim o fazia, para permanecer totalmente disponível. Era constantemente corrigido, recriminado e submetido a pressão estética, sendo proibido de tocar no companheiro sob a alegação de que havia engordado, além de sofrer forte cobrança para emagrecer.

Durante o adoecimento grave de seu pai, diagnosticado com um câncer raro e agressivo, Rodrigo passou a sofrer ainda mais restrições. Foi proibido de falar sobre a doença dentro de casa ou de expressar tristeza, sob a justificativa de que estaria “pesando a energia da casa”. Sem poder demonstrar dor, Rodrigo passou a chorar escondido no banheiro.

Nos 45 dias em que o pai permaneceu internado, Rodrigo revezou sua presença no hospital com outros familiares. Ainda assim, sua própria mãe precisou fornecer dinheiro para gasolina e alimentação, pois Robson reteve todo o dinheiro do casal. Rodrigo pediu ajuda diversas vezes à sogra, Vera, relatando o que vivia, mas ela afirmava que não iria se posicionar contra o próprio filho.

Quando a mãe de Rodrigo solicitou ajuda financeira para o tratamento do marido e relatou as dificuldades enfrentadas em casa, Robson desacreditou os fatos, alegando que a sogra estaria exagerando a situação. Nesse período, Rodrigo relatou à mãe que, ao acessar o celular de Robson, encontrou conversas com diversos homens, inclusive combinando encontros no apartamento do casal enquanto ele estava no hospital ou na casa da família — situação que teria continuado mesmo após o falecimento do pai.

Rodrigo também relatou à sogra e à cunhada que Robson apresentava comportamento completamente diferente quando estavam sozinhos, sendo extremamente grosseiro, o que não ocorria diante de terceiros. Esse comportamento se estendeu à mãe e à avó de Rodrigo, que foram alvo de grosserias em diversas ocasiões.

Durante a internação do pai, Rodrigo foi obrigado a se retirar do quarto do casal e permanecer no quarto de visitas, sem acesso a bens pessoais. Enquanto isso, Robson e sua mãe realizaram modificações no apartamento do casal sem qualquer participação ou consentimento de Rodrigo. Quando ele retornou apenas para buscar roupas, ainda foi ironizado pela sogra, que lhe disse: “volte quando quiser”.

No sábado em que o pai de Rodrigo foi internado, ocorreu uma discussão entre o casal, motivada pelo fato de Rodrigo estar chorando. Robson afirmou que não suportava a “negatividade” dele. Em estado de extremo abalo emocional, Rodrigo chamou o companheiro de insensível e, em gesto isolado e sem causar lesões, bateu com os dois punhos fechados contra o peito de Robson, proferindo xingamentos.

Dias depois, após a mãe de Robson enviar mensagens ofensivas à avó de Rodrigo — inclusive afirmando que Robson sentia nojo da sogra —, Rodrigo comunicou ao companheiro que buscaria seus direitos judicialmente. Somente então Robson registrou um boletim de ocorrência alegando agressão física, fato que Rodrigo nega veementemente.

Mesmo após se apropriar da moradia e de todos os bens, Robson passou a enviar mensagens exigindo que Rodrigo arcasse com metade das despesas do casal, sem qualquer consideração pelo recente falecimento do pai e pelo estado de luto profundo em que ele se encontrava."

Ass: Familiares de Rodrigo Oliveira

(Transcrito Ipsis Litteris)


Motoristas de app anunciam manifestação em BC

Publicado em 22/01/2026

"Na última vez, cancelamos a manifestação porque a prefeitura havia nos prometido melhores condições de trabalho — mas os compromissos assumidos não foram cumpridos. Agora, como havia me comprometido, venho avisar que uma nova manifestação foi confirmada.

Nesta sexta-feira, motoristas de aplicativo realizarão um protesto que deve paralisar a avenida Brasil e o centro de Balneário Camboriú. Até o momento, mais de 50 carros já confirmaram presença na mobilização, que tem como objetivo chamar atenção para os problemas enfrentados pela categoria."

Ass: Motoristas de APP

 


Limitação de voucher

Publicado em 22/01/2026

"Gostaria de expressar minha indignação com a situação das filas do ferry. Eles limitam a compra do voucher para utilização em apenas três horas, o que dificulta ainda mais a vida do trabalhador.

Recentemente, esperei mais de 40 minutos apenas para comprar o papel do voucher — que, logo depois, vai parar no lixo. Já presenciei pessoas passando mal na fila, principalmente em dias de chuva, quando todos ficam completamente encharcados por falta de cobertura adequada.

É um desrespeito com a população. Enquanto a @prefnavega implantou um sistema moderno nos ônibus, permitindo compra e recarga de cartão eletrônico em poucos minutos, a gestão do ferry parece andar na contramão, dificultando tudo.

A venda limitada do voucher — apenas para uso no mesmo dia e dentro de um intervalo de três horas — prejudica o trabalhador, que já enfrenta uma rotina desgastante."

Ass: Lucas Fernandes (@lucasluckyy)

 


Denúncia na UPA das Nações

Publicado em 22/01/2026

"Estive na madrugada de sábado para domingo na UPA 24h do bairro das Nações, localizada na rua Israel, em Balneário Camboriú. Fui até lá com sintomas de virose, passando mal. Esperei cerca de 1h30 para ser atendida — e entendo que, nesta época de verão, a demora possa acontecer.

Porém, o que me indignou foi o descaso no atendimento. O médico falou comigo sobre os sintomas, mas nem teve a gentileza de me oferecer uma cadeira, mesmo havendo uma encostada na parede. Quando fui chamada pelo enfermeiro, ele foi grosseiro ao perguntar meu nome completo e se eu tinha alguma alergia. Respondi com calma, dizendo que fui ali em busca de atendimento, não para brigar.

Na hora de aplicar as duas injeções, a forma como ele fez foi brutal. Parecia que estava lidando com um animal ou seu pior inimigo. Fiquei tão indignada com o tratamento que entrei em contato com os órgãos competentes, porque não quero que isso aconteça com mais ninguém.

Já fui atendida nessa UPA há muitos anos e, na época, fui muito bem tratada. Mas, nesta terceira vez, o que vivi foi um verdadeiro descaso. Profissionalismo zero.

Sou Ana Paula Barreto, de 49 anos, presidente da ONG dos Direitos Humanos LGBT de Balneário Camboriú e madrinha do público LGBT no município e região. Deixo aqui minha denúncia e meu apelo por mais respeito com quem busca ajuda na rede pública de saúde."

Ass: Ana Paula Barreto

(Transcrito Ipsis Litteris)


Estacionamentos irregulares em Cabeçudas

Publicado em 22/01/2026

"Quero denunciar uma situação constante de infrações de trânsito em Cabeçudas. Motoristas estacionam em local proibido, mesmo com placas indicativas, e ainda trafegam na contramão.

Quando os moradores tentam orientar, em vez de receberem agradecimento, são rebatidos com palavrões e frases como 'a rua não tem dono' ou 'a fiscalização de trânsito não existe'. Uma total falta de respeito.

O mais grave é que, nesse espaço onde o estacionamento é proibido, não passa uma viatura médica, um caminhão de lixo ou qualquer outro veículo de emergência. Já ligamos para o 153, da Secretaria de Segurança, e nada foi feito.

Os agentes até parecem eficientes para multar carros em movimento, mas ignoram essas irregularidades claras. Está virando baderna. Itajaí não pode se sustentar com turismo desorganizado. Essa desculpa de 'cidade turística' está virando fantasia para justificar metas.

Ass: Vigilante rodoviário

(Transcrito Ipsis Litteris)


Obra causa riscos na rua Laguna

Publicado em 22/01/2026

"Gostaria de denunciar uma obra localizada na esquina da rua Laguna com a rua Camboriú, que vem causando transtornos à vizinhança.

As contenções da obra estão caindo na rua, colocando em risco quem transita pelo local. Além disso, a tela de proteção se soltou e acabou se prendendo no prédio da frente, o que pode causar ainda mais acidentes.

A situação é perigosa e exige fiscalização urgente. Os moradores estão preocupados e pedem providências."

Ass: A.A.

(Transcrito Ipsis Litteris)


Materiais de obra caem sobre carros

Publicado em 22/01/2026

"Gostaria de denunciar uma situação perigosa na rua Laguna, em Itajaí. Estão caindo objetos e materiais de construção na via.

Além do risco evidente para quem passa a pé ou de carro, já houve danos a veículos. Isso é inaceitável. A rua precisa ser segura para todos, e é obrigação da obra garantir que nada escape do canteiro.

Fica o alerta para que as autoridades fiscalizem com urgência essa situação antes que ocorra um acidente mais grave."

Ass: A.A.


Denúncia de despreparo no INSS

Publicado em 22/01/2026

"Gostaria de denunciar o péssimo atendimento prestado pelo INSS de Itajaí. O que está acontecendo ali é grave: estão colocando parentes e amigos, sem preparo algum, para atender a população em um órgão que é essencial para milhares de pessoas.

Minha esposa esteve na unidade para solicitar uma autorização que lhe permita receber meu benefício, mas os atendentes não souberam resolver a situação. Hoje, ela retornou ao local após um novo agendamento e, mais uma vez, saiu sem resposta.

A falta de capacitação dos funcionários é evidente, e o sentimento de descaso é revoltante.

O INSS é um serviço público e deve ser gerido com responsabilidade, não como se fosse uma extensão de interesses pessoais ou familiares."

Ass: A.A.


Atraso nos salários no Ruth Cardoso

Publicado em 22/01/2026

"Hoje venho relatar que a mesma situação que ocorreu em Camboriú está se repetindo no Hospital Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú.

Os médicos ainda não receberam parte do salário referente ao mês de novembro. Com a recente troca de gestão, que passou da prefeitura para o governo do estado, tudo ficou ainda mais complicado.

O pagamento referente a novembro, que deveria ter sido feito à empresa terceirizada responsável pelos profissionais, continua pendente. É uma situação preocupante e injusta com quem se dedica diariamente à saúde da população."

Ass: A.A.

(Transcrito Ipsis Litteris)


Insegurança na rua 2800

Publicado em 22/01/2026

"Gostaria de relatar a situação crítica que estamos enfrentando na rua 2800, entre a avenida Atlântica e a avenida Brasil, em Balneário Camboriú.

A presença constante de moradores em situação de rua tem causado transtornos diários. Portas de garagens estão sendo arrombadas, e há casos de pessoas defecando dentro de lixeiras. A cena se repete todos os dias, tornando o local desagradável e inseguro.

A situação está fugindo do controle e é urgente que as autoridades tomem providências. O cenário está ficando feio para quem vive ou transita por aqui."

Ass: A.A.

(Transcrito Ipsis Litteris)


Colunistas falam bobagens

Publicado em 21/01/2026

"Sou assinante do DIARINHO e fico incomodado ao receber mensagens com conteúdos de colunistas que só falam bobagem. Chega a ser cansativo ver textos dizendo que a América do Sul está caminhando para a guerra, que o Trump quer dominar o continente, atacar Colômbia e México... Parece que o jornal está instigando a desgraça. É chato demais. Sugiro que revejam os colunistas e os comentários que estão sendo publicados. Do jeito que está, vou pensar duas vezes antes de renovar minha assinatura."

Ass: A.A.

(Transcrito Ipsis Litteris)


Maus-tratos a cachorro

Publicado em 21/01/2026

"Gostaria de denunciar um caso de maus-tratos ocorrido por volta das 4h da manhã, na rua José Pereira Liberato, no bairro São João, em Itajaí. Um homem soltou seu cachorro e, quando o animal tentou fugir, ele o agrediu para forçá-lo a voltar para casa. É revoltante ver esse tipo de comportamento. O animal não tem culpa e merece respeito e cuidado."

Ass: Laura

(Transcrito Ipsis Litteris)


Gatos abandonados no centro

Publicado em 21/01/2026

"Vi a reportagem feita pela jornalista Camila Diel no DIARINHO e quero relatar que a mesma situação está acontecendo em outras partes da cidade, inclusive nas proximidades do centro de Itajaí.

Na rua Domingos José Cabral, próximo ao McDonald’s, há cerca de 16 gatos vivendo em situação de rua. Moradores têm colocado ração e água, mas nenhuma providência efetiva foi tomada até agora. Inclusive, já foram avistadas duas gatas prenhas. Soube que uma idosa fez uma denúncia sobre o caso, mas não sei por qual canal. Mais tarde, posso enviar fotos e vídeos para que vejam a situação desses animais."

Ass: A.A.

(Transcrito Ipsis Litteris)


Denúncia sobre esgoto no Peroba

Publicado em 20/01/2026

"– E o rio Peroba? Vai continuar desse jeito, recebendo todo o esgoto de Camboriú? Tem dias (principalmente à noite) que não dá pra aguentar o fedor."

Ass: A.A.

(Transcrito Ipsis Litteris)


Moradores sofrem com mercado

Publicado em 17/01/2026

"O Forte Atacadista do centro está há mais de seis meses em reforma, tanto na parte interna quanto no setor de estoque e área de chegada de caminhões. Essa última, em especial, tem causado um transtorno diário para os moradores da rua João Sandri e arredores.

As descargas ocorrem até tarde da noite, gerando barulho excessivo e constante. Além disso, o supermercado comete diversas infrações: caminhões entrando e saindo pela contramão, estacionando sobre as calçadas, placas soltas que podem cair sobre pedestres e um muro sem recuo que impede até mesmo o uso da calçada — um verdadeiro risco para quem precisa transitar a pé.

A situação já passou dos limites. As descargas começam por volta das 5h e chegam a ir até às 23h, o que é inaceitável. É urgente que haja uma regulamentação clara para os horários de descarga e, principalmente, aplicação de multas ao supermercado e aos caminhões que insistem em ignorar as leis de trânsito e o direito dos moradores.

A rua João Sandri não comporta o porte desses caminhões."

Ass: A. A.

 


Serviço dos Correios está colapsando

Publicado em 17/01/2026

"Comprei uma mercadoria no Rio de Janeiro e escolhi a entrega via Sedex, justamente por causa do prazo. Ninguém avisou sobre possível atraso ou greve. A encomenda está com 12 dias de atraso e ainda não chegou.

Já fui duas vezes aos Correios. Primeiro, na unidade da Heitor Liberato, onde disseram que a encomenda estava em um depósito próximo à Klabin. Fui até lá e disseram que não estava. Vi pessoas de Balneário Camboriú e até de Penha indo tentar retirar mercadorias no mesmo local, sem sucesso.

O problema é maior do que parece. Sugerimos ir retirar em São José, mas os funcionários afirmaram que lá vão dizer que está em Itajaí — onde, segundo eles, também não está. Ou seja, ficamos sem saber onde está a encomenda.

Os Correios continuam recebendo pedidos, cobrando caro pelo frete e não entregando no prazo. Paguei quase R$ 200 por um Sedex que deveria chegar em três dias, mas já faz quase duas semanas. Disseram que pode demorar até 30 dias — sem dar um novo prazo oficial.

Além disso, tentei contato por telefone, esperei por mais de uma hora e ninguém atendeu. Essa situação dos Correios é absurda. Está completamente colapsada."

Ass: A. A.

(Transcrito ipsis litteris)


Moradores não conseguem pagar taxa de lixo

Publicado em 17/01/2026

"Moro no bairro Núcleo Hugo de Almeida (Carvão) e venho expressar minha indignação. Há dois anos estou tentando pagar a taxa de lixo, mas toda vez que procuro a prefeitura, recebo uma desculpa diferente. Estou cansada dessa situação.

Não consigo pegar as guias para pagamento, e com isso as taxas vão acumulando. Depois, quando finalmente forem emitidas, virão com um valor absurdo, incluindo todos os atrasos. Eu não tenho condições financeiras para pagar tudo de uma vez.

Peço ajuda. Não sou a única nessa situação — muitas pessoas do bairro estão enfrentando o mesmo problema. Alguém precisa tomar uma providência."

Ass: Jaqueline Tavares

(Transcrito ipsis litteris)


Aproveitamento irregular de espaço público

Publicado em 14/01/2026

"Venho denunciar um possível aproveitamento indevido de espaço público na avenida Brasil, em Balneário Camboriú, que vem sendo utilizado de forma privativa.

O Hotel Geranium está há quase um mês usando cones para delimitar uma área de embarque e desembarque. Questionei a prefeita sobre isso, e ela respondeu que o hotel estaria autorizado a usar os cones apenas minutos antes da chegada de ônibus. A Guarda Municipal foi ao local e, segundo informado, os cones foram recolhidos.

No entanto, na manhã seguinte os cones já estavam novamente fixos como se a área fosse de uso exclusivo. O transporte coletivo, inclusive, está sendo prejudicado. Pela lei, o uso de espaço público só pode ser autorizado formalmente — o que, se foi feito, parece estar sendo utilizado de maneira abusiva.

A prefeita afirmou que o uso dos cones é temporário. Mas eles permanecem ali o dia todo, como se fosse um estacionamento privado. A maioria dos hotéis da cidade possui recuo para esse tipo de serviço. No entanto, o Hotel Geranium usou essa área para construir salas comerciais e agora se apoia no uso do espaço público para suprir a demanda.

Fiz minha parte como cidadão. E segundo relato de um ex-funcionário, essa autorização foi dada informalmente, durante um café da manhã oferecido ao secretário responsável. Aparentemente, a ordem seria ‘se der problema, não aconteceu’. E a Guarda estaria fazendo vista grossa.

O mais curioso é que o hotel possui uma vaga de desembarque de passageiros na rua 3100 que nunca foi utilizada, além de três acessos de garagem que já limitam bastante as vagas na região."

Ass: Elisandro Zimmermann

(Transcrito ipsis litteris)


Saudação da ANJ ao Diarinho

Publicado em 13/01/2026

"Em nome da Associação Nacional de Jornais (ANJ), cumprimento o DIARINHO por mais um aniversário. A passagem de mais um ano é também uma oportunidade para reafirmarmos os princípios que norteiam os jornais membros da ANJ: a defesa da liberdade de imprensa, a credibilidade como alicerce, a busca constante pela verdade e o respeito à pluralidade.

Por tudo isso, os jornais associados se unem à comunidade de Itajaí e região para celebrar mais um aniversário do DIARINHO!"

ANJ - Marcelo Rech - Presidente-executivo

(Transcrito ipsis litteris)


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