Dez pequerruchos da creche Valdemir de Souza, no bairro Cordeiros, em Itajaí, estão com catapora. A informação foi confirmada na sexta-feira pela direção da instituição, pela secretaria de Educação peixeira e pelo departamento de Vigilância Epidemiológica da secretaria de Saúde. Por lá, estão matriculadas 220 crianças entre quatro meses e cinco aninhos. Apesar da notícia, a coordenadora da escola, Renata Coelho Büchele, garante que está tudo bem. Todos estão se recuperando em casa, afirmou.
De acordo com a abobrona, dos 10 casos seis são de crianças que estudavam na mesma sala. Os bebezinhos diagnosticados com a doença têm entre dois e cinco aninhos. Começou na terça-feira. O atestado ...
De acordo com a abobrona, dos 10 casos seis são de crianças que estudavam na mesma sala. Os bebezinhos diagnosticados com a doença têm entre dois e cinco aninhos. Começou na terça-feira. O atestado médico da maioria termina no final de semana, minimizou a diretora. Renata explica que os casos foram descobertos pelas fessoras da creche, que notaram as pintinhas vermelhas da meninada. A primeira medida foi entrar em contato com os pais, disse.
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A enfermeira Rachel Marchetti, da secretaria de Saúde, disse que a creche Valdemir de Souza recebeu vacinas contra a catapora. A gente vacinou as crianças acima dos cinco anos. Mas 10% dos vacinados podem voltar a ter a doença, de forma suave, explicou.
Segundo Raquel, as crianças com diagnóstico de catapora devem ser afastadas do convívio social por um período de 10 a 15 dias. Isso porque a doença é contagiosa e pode ser transmitida por ar e contato físico. Quando a criança se coça, o líquido das bolhas fica debaixo da unha. Esse líquido é altamente transmissível, explica.
Ela orienta os pais a tentarem entreter ao máximo os filhos, como forma de evitar que eles se cocem. Lembra, ainda, que as unhas devem estar sempre curtas, para evitar o acúmulo do líquido contagioso. Só no bairro Cordeiros, 147 crianças foram diagnosticadas com catapora neste ano