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Por Memórias & Fatos -

Saint-Hilaire & Drummond


Se fosse preciso provar que Drummond chegou à foz do rio Itajaí-Açu em 1820, credenciado pela Corte de D. João VI, para fundar uma colônia, bastaria recorrer ao livro de Auguste de Saint-Hilaire ‘Viagem à Província de Santa Catarina -1820.’ Traduzido do francês por Carlos da Costa Pereira, este livro traz num asterisco que o estudioso historiador Saint-Hilaire, ao avistar-se com o governador da Província Tovar e Albuquerque, lá conheceu o jovem fidalgo Antônio Menezes de Vasconcelos Drummond, que viera do Rio de Janeiro, designado para estabelecer-se próximo à foz do rio Itajaí-Açu, com intuito de montar uma serraria – pela abundância de madeira de corte que havia na região.

O motivo da vinda de Drummond foi um pretexto que usou o Conde Tomás da Villanova Portugal para afastá-lo da Corte enquanto se delineava a causa da Independência do Brasil. Já no ano seguinte D. João VI retorna a Portugal com sua Corte, deixando o filho – príncipe D. Pedro - que resolveu ficar. Amparado pelas diretrizes de José Bonifácio de Andrada e Silva, D. Pedro assumiu a regência do Império brasileiro, disposto a garantir a ordem e o bem-estar do seu povo. Villanova acompanhou D. João e assim Drummond foi chamado de volta ao Rio de Janeiro. É por isso que seu período em Itajaí foi curto.

Disposto a não cumprir a ordem do governo português que exigia sua volta a Portugal, no dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro oficializou sua decisão de ficar. Assim ficou marcado o Dia do Fico.

O movimento pró independência crescia e José Bonifácio viu chegar a hora de agir. Manda um emissário com escolta ao encontro de D. Pedro que voltava de Santos. O encontro se deu no riacho Ipiranga, em S. Paulo. Ali D. Pedro deu o grito da Independência do Brasil. Era 7 de setembro de 1822.

Em 1823 chega o Cel. Agostinho Alves Ramos, que deu prosseguimento à colonização de Itajaí.

Se fosse preciso provar que Drummond chegou à foz do rio Itajaí-Açu em 1820, credenciado pela Corte de D. João VI, para fundar uma colônia, bastaria recorrer ao livro de Auguste de Saint-Hilaire ‘Viagem à Província de Santa Catarina -1820.’ Traduzido do francês por Carlos da Costa Pereira, este livro traz num asterisco que o estudioso historiador Saint-Hilaire, ao avistar-se com o governador da Província Tovar e Albuquerque, lá conheceu o jovem fidalgo Antônio Menezes de Vasconcelos Drummond, que viera do Rio de Janeiro, designado para estabelecer-se próximo à foz do rio Itajaí-Açu, com intuito de montar uma serraria – pela abundância de madeira de corte que havia na região.

O motivo da vinda de Drummond foi um pretexto que usou o Conde Tomás da Villanova Portugal para afastá-lo da Corte enquanto se delineava a causa da Independência do Brasil. Já no ano seguinte D. João VI retorna a Portugal com sua Corte, deixando o filho – príncipe D. Pedro - que resolveu ficar. Amparado pelas diretrizes de José Bonifácio de Andrada e Silva, D. Pedro assumiu a regência do Império brasileiro, disposto a garantir a ordem e o bem-estar do seu povo. Villanova acompanhou D. João e assim Drummond foi chamado de volta ao Rio de Janeiro. É por isso que seu período em Itajaí foi curto.

Disposto a não cumprir a ordem do governo português que exigia sua volta a Portugal, no dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro oficializou sua decisão de ficar. Assim ficou marcado o Dia do Fico.

O movimento pró independência crescia e José Bonifácio viu chegar a hora de agir. Manda um emissário com escolta ao encontro de D. Pedro que voltava de Santos. O encontro se deu no riacho Ipiranga, em S. Paulo. Ali D. Pedro deu o grito da Independência do Brasil. Era 7 de setembro de 1822.

Em 1823 chega o Cel. Agostinho Alves Ramos, que deu prosseguimento à colonização de Itajaí.


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